35 anos da Veracel: como a empresa ajudou a transformar o Sul da Bahia

Trajetória iniciada em 1991 reúne avanços na economia regional, geração de oportunidades, conservação da Mata Atlântica e fortalecimento das comunidades

Por Imprensa Veracel Celulose
20/07/2026

Publicado em - -

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Quando a Veracel iniciou sua trajetória, em 1991, começava também uma relação de longo prazo com o Sul da Bahia. Ao longo de 35 anos, a presença da companhia passou a se refletir em diferentes dimensões da região: na expansão da atividade econômica, na geração de trabalho e renda, na formação de profissionais e fornecedores, no apoio às comunidades e na proteção da Mata Atlântica.

Hoje, a empresa mantém atividades em 11 municípios de sua área de influência direta e reúne mais de 3,2 mil profissionais, considerando colaboradores próprios e de empresas parceiras. Suas operações florestais, industriais e logísticas mobilizam uma rede que inclui prestadores de serviços, produtores rurais, transportadores, pequenos negócios e fornecedores de diferentes segmentos.

“Construímos uma companhia que alia uma operação de classe mundial a uma relação permanente com o território. Chegar aos 35 anos significa reconhecer o que foi realizado até aqui e, ao mesmo tempo, assumir a responsabilidade de continuar gerando valor para a Bahia, para as comunidades, para nossos acionistas e para a natureza”, afirma Alexandre Lanna, diretor-presidente da Veracel.

Os primeiros anos da Veracel foram dedicados à implantação e ao desenvolvimento de sua operação florestal. Em 1998, antes mesmo da construção da fábrica, a companhia criou a Reserva Particular do Patrimônio Natural Estação Veracel, estabelecendo uma frente estruturada de conservação ambiental no território.

Um novo capítulo teve início em 2005, com a entrada em operação da unidade industrial de Eunápolis. A fábrica foi projetada inicialmente para produzir 900 mil toneladas de celulose por ano e, após investimentos realizados em seus primeiros anos, alcançou o patamar médio atual de 1,1 milhão de toneladas anuais.

Em 2023, a companhia chegou à marca de 20 milhões de toneladas de celulose produzidas, dois anos antes da previsão inicial. Atualmente, o volume acumulado desde o início da atividade industrial já é de aproximadamente 21 milhões de toneladas.

A logística também evoluiu ao longo desse percurso. Em 2015, a empresa passou a utilizar exclusivamente o transporte marítimo para levar a celulose do Terminal Marítimo de Belmonte, na Bahia, ao Portocel, no Espírito Santo. O modelo completou dez anos em 2025 e contribuiu para reduzir a circulação de caminhões pesados pela BR-101, combinando eficiência operacional, segurança viária e menores emissões.

A inauguração da fábrica ampliou a demanda regional por profissionais, serviços, infraestrutura e qualificação técnica. Os efeitos dessa movimentação aparecem em um estudo do Observatório da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), que analisou o desempenho de Eunápolis nos primeiros anos da operação industrial.

Entre 2005 e 2008, o Produto Interno Bruto do município avançou 76,1%, enquanto a economia baiana cresceu 42,7% no mesmo intervalo. O emprego total em Eunápolis aumentou 94,4%, e o valor adicionado pela indústria registrou expansão de 267%. Os empregos industriais, por sua vez, tiveram crescimento de 279%, diante de uma alta de 57,3% no estado.

A contribuição econômica permanece visível na contratação de empresas instaladas na região. Somente em 2025, a Veracel destinou R$ 409,12 milhões à aquisição de produtos e serviços de fornecedores locais. Além de manter recursos em circulação nos municípios, essa política estimula o desenvolvimento de competências e prepara os parceiros para atender a padrões técnicos, ambientais e de governança cada vez mais elevados.

A atuação da Veracel no território também inclui iniciativas voltadas à inclusão produtiva e ao fortalecimento de atividades econômicas locais. Os projetos apoiados pela companhia beneficiam aproximadamente 1.700 famílias ligadas à agricultura familiar e abrangem áreas como apicultura, meliponicultura, pesca artesanal e mariscagem.

O trabalho envolve assistência técnica, capacitação, organização da produção, melhoria de estruturas e apoio à comercialização. A proposta é ampliar a autonomia das famílias, criar condições para a permanência no campo e fortalecer cadeias capazes de gerar renda a partir das características e dos conhecimentos presentes em cada comunidade.

Essa agenda contempla ainda iniciativas realizadas com povos indígenas, associações comunitárias e instituições de ensino. Ao longo dos anos, a empresa passou a integrar educação, formação profissional e desenvolvimento econômico em projetos construídos de acordo com as demandas identificadas em cada localidade.

Criada sete anos antes da fábrica, a RPPN Estação Veracel representa um dos principais marcos ambientais dessa história. Localizada entre Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália, a reserva possui mais de 6 mil hectares e é reconhecida pela UNESCO como Sítio do Patrimônio Mundial Natural.

Além de proteger espécies da fauna e da flora, a área recebe pesquisas científicas, atividades de monitoramento e ações de educação ambiental. A Estação também favorece a conexão entre fragmentos florestais e contribui para a conservação de nascentes e outros serviços ecossistêmicos importantes para a região.

Considerando todas as áreas sob sua gestão, a Veracel mantém mais de 100 mil hectares de vegetação nativa conservada. O modelo adotado pela empresa prevê a manutenção de um hectare destinado à preservação para cada hectare de eucalipto utilizado no abastecimento da fábrica.

Em 2025, essa frente ganhou um novo impulso com o Projeto Muçununga, realizado em parceria com a Biomas. A iniciativa prevê recuperar mais de 1.200 hectares distribuídos por oito municípios do Sul da Bahia. Ao longo de dois anos, deverão ser plantadas cerca de 2 milhões de mudas de mais de 70 espécies nativas, contribuindo para a recomposição de áreas degradadas e para a ampliação da conectividade da Mata Atlântica.

Ao completar 35 anos, a Veracel se prepara para um período em que os desafios industriais, ambientais e sociais estarão ainda mais conectados. A companhia já utiliza inteligência artificial, monitoramento em tempo real, análise de dados e tecnologias preditivas para aumentar a segurança, antecipar riscos e tornar mais eficiente a gestão das atividades florestais, industriais e logísticas.

Para os próximos anos, as prioridades incluem elevar a produtividade das áreas existentes, preparar as florestas para os efeitos das mudanças climáticas, avançar na economia circular, desenvolver profissionais e ampliar a contribuição da empresa para uma bioeconomia capaz de gerar resultados econômicos, sociais e ambientais.

“Nosso futuro depende da capacidade de tratar inovação, pessoas, biodiversidade e desenvolvimento regional como partes de uma mesma agenda. Produzir, conservar e incluir não são caminhos separados. São compromissos que precisam avançar juntos para que a Veracel continue relevante para o Sul da Bahia nas próximas décadas”, conclui Lanna.

Em 2026, a Veracel Celulose celebra 35 anos de uma trajetória marcada pela sustentabilidade e inovação na bioeconomia brasileira. Fruto de uma joint venture entre a brasileira Suzano e a sueco-finlandesa Stora Enso, a companhia integra operações florestais, industriais e de logística que resultam em uma produção anual média de 1,1 milhão de toneladas de celulose de fibra curta. Suas operações abrangem municípios do Sul da Bahia, e o Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, gerando mais de 3,2 mil empregos próprios e de terceirizados.

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Por Imprensa Veracel Celulose
20/07/2026 - 20h06 - Atualizado 23 de julho de 2026

Publicado em - -

200726_veracel_1

Quando a Veracel iniciou sua trajetória, em 1991, começava também uma relação de longo prazo com o Sul da Bahia. Ao longo de 35 anos, a presença da companhia passou a se refletir em diferentes dimensões da região: na expansão da atividade econômica, na geração de trabalho e renda, na formação de profissionais e fornecedores, no apoio às comunidades e na proteção da Mata Atlântica.

Hoje, a empresa mantém atividades em 11 municípios de sua área de influência direta e reúne mais de 3,2 mil profissionais, considerando colaboradores próprios e de empresas parceiras. Suas operações florestais, industriais e logísticas mobilizam uma rede que inclui prestadores de serviços, produtores rurais, transportadores, pequenos negócios e fornecedores de diferentes segmentos.

“Construímos uma companhia que alia uma operação de classe mundial a uma relação permanente com o território. Chegar aos 35 anos significa reconhecer o que foi realizado até aqui e, ao mesmo tempo, assumir a responsabilidade de continuar gerando valor para a Bahia, para as comunidades, para nossos acionistas e para a natureza”, afirma Alexandre Lanna, diretor-presidente da Veracel.

Os primeiros anos da Veracel foram dedicados à implantação e ao desenvolvimento de sua operação florestal. Em 1998, antes mesmo da construção da fábrica, a companhia criou a Reserva Particular do Patrimônio Natural Estação Veracel, estabelecendo uma frente estruturada de conservação ambiental no território.

Um novo capítulo teve início em 2005, com a entrada em operação da unidade industrial de Eunápolis. A fábrica foi projetada inicialmente para produzir 900 mil toneladas de celulose por ano e, após investimentos realizados em seus primeiros anos, alcançou o patamar médio atual de 1,1 milhão de toneladas anuais.

Em 2023, a companhia chegou à marca de 20 milhões de toneladas de celulose produzidas, dois anos antes da previsão inicial. Atualmente, o volume acumulado desde o início da atividade industrial já é de aproximadamente 21 milhões de toneladas.

A logística também evoluiu ao longo desse percurso. Em 2015, a empresa passou a utilizar exclusivamente o transporte marítimo para levar a celulose do Terminal Marítimo de Belmonte, na Bahia, ao Portocel, no Espírito Santo. O modelo completou dez anos em 2025 e contribuiu para reduzir a circulação de caminhões pesados pela BR-101, combinando eficiência operacional, segurança viária e menores emissões.

A inauguração da fábrica ampliou a demanda regional por profissionais, serviços, infraestrutura e qualificação técnica. Os efeitos dessa movimentação aparecem em um estudo do Observatório da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), que analisou o desempenho de Eunápolis nos primeiros anos da operação industrial.

Entre 2005 e 2008, o Produto Interno Bruto do município avançou 76,1%, enquanto a economia baiana cresceu 42,7% no mesmo intervalo. O emprego total em Eunápolis aumentou 94,4%, e o valor adicionado pela indústria registrou expansão de 267%. Os empregos industriais, por sua vez, tiveram crescimento de 279%, diante de uma alta de 57,3% no estado.

A contribuição econômica permanece visível na contratação de empresas instaladas na região. Somente em 2025, a Veracel destinou R$ 409,12 milhões à aquisição de produtos e serviços de fornecedores locais. Além de manter recursos em circulação nos municípios, essa política estimula o desenvolvimento de competências e prepara os parceiros para atender a padrões técnicos, ambientais e de governança cada vez mais elevados.

A atuação da Veracel no território também inclui iniciativas voltadas à inclusão produtiva e ao fortalecimento de atividades econômicas locais. Os projetos apoiados pela companhia beneficiam aproximadamente 1.700 famílias ligadas à agricultura familiar e abrangem áreas como apicultura, meliponicultura, pesca artesanal e mariscagem.

O trabalho envolve assistência técnica, capacitação, organização da produção, melhoria de estruturas e apoio à comercialização. A proposta é ampliar a autonomia das famílias, criar condições para a permanência no campo e fortalecer cadeias capazes de gerar renda a partir das características e dos conhecimentos presentes em cada comunidade.

Essa agenda contempla ainda iniciativas realizadas com povos indígenas, associações comunitárias e instituições de ensino. Ao longo dos anos, a empresa passou a integrar educação, formação profissional e desenvolvimento econômico em projetos construídos de acordo com as demandas identificadas em cada localidade.

Criada sete anos antes da fábrica, a RPPN Estação Veracel representa um dos principais marcos ambientais dessa história. Localizada entre Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália, a reserva possui mais de 6 mil hectares e é reconhecida pela UNESCO como Sítio do Patrimônio Mundial Natural.

Além de proteger espécies da fauna e da flora, a área recebe pesquisas científicas, atividades de monitoramento e ações de educação ambiental. A Estação também favorece a conexão entre fragmentos florestais e contribui para a conservação de nascentes e outros serviços ecossistêmicos importantes para a região.

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Em 2025, essa frente ganhou um novo impulso com o Projeto Muçununga, realizado em parceria com a Biomas. A iniciativa prevê recuperar mais de 1.200 hectares distribuídos por oito municípios do Sul da Bahia. Ao longo de dois anos, deverão ser plantadas cerca de 2 milhões de mudas de mais de 70 espécies nativas, contribuindo para a recomposição de áreas degradadas e para a ampliação da conectividade da Mata Atlântica.

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Para os próximos anos, as prioridades incluem elevar a produtividade das áreas existentes, preparar as florestas para os efeitos das mudanças climáticas, avançar na economia circular, desenvolver profissionais e ampliar a contribuição da empresa para uma bioeconomia capaz de gerar resultados econômicos, sociais e ambientais.

“Nosso futuro depende da capacidade de tratar inovação, pessoas, biodiversidade e desenvolvimento regional como partes de uma mesma agenda. Produzir, conservar e incluir não são caminhos separados. São compromissos que precisam avançar juntos para que a Veracel continue relevante para o Sul da Bahia nas próximas décadas”, conclui Lanna.

Em 2026, a Veracel Celulose celebra 35 anos de uma trajetória marcada pela sustentabilidade e inovação na bioeconomia brasileira. Fruto de uma joint venture entre a brasileira Suzano e a sueco-finlandesa Stora Enso, a companhia integra operações florestais, industriais e de logística que resultam em uma produção anual média de 1,1 milhão de toneladas de celulose de fibra curta. Suas operações abrangem municípios do Sul da Bahia, e o Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, gerando mais de 3,2 mil empregos próprios e de terceirizados.

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