
As Lojas Maçônicas Fraternidade 5 de Novembro, Obreiros de Eunápolis e Templários de Eunápolis divulgaram, em 20 de agosto de 2026, uma nota pública em que manifestam repúdio a práticas de racismo, racismo religioso, intolerância religiosa, discriminação, preconceito, assédio e diferentes formas de violência. O documento reafirma o compromisso das instituições com a dignidade humana, a liberdade de consciência e o respeito às diferenças.
Segundo a nota, as entidades também defendem a proteção integral de crianças e adolescentes e afirmam que situações incompatíveis com esses princípios devem ser tratadas com seriedade, responsabilidade e respeito ao devido processo, inclusive pelos meios legais competentes quando necessário.
Nota destaca liberdade religiosa
As três lojas afirmam que não toleram manifestações de racismo ou discriminação racial, além de práticas de racismo religioso e intolerância contra pessoas em razão de sua fé, convicções espirituais, tradição religiosa ou ausência de religião.
O texto ressalta a liberdade de consciência, crença e culto como valores que, segundo as instituições, devem ser respeitados pela sociedade. A nota também afirma que nenhuma crença religiosa deve ser utilizada como fundamento para discriminação, perseguição, hostilidade, constrangimento ou violência.
Proteção de crianças e adolescentes
Outro ponto destacado é o compromisso declarado com a proteção física, emocional, moral e psicológica de crianças e adolescentes.
As lojas afirmam que não consideram aceitáveis situações envolvendo violência, abuso, discriminação, negligência, intimidação ou tratamento degradante contra esse público. O documento classifica a proteção da infância e da juventude como um dever moral, institucional e social.
A nota dedica atenção especial aos jovens ligados às organizações paramaçônicas Ordem DeMolay e Filhas de Jó Internacional. Segundo o documento, esses espaços devem oferecer acolhimento, respeito, fraternidade, aprendizado e formação ética, em ambientes livres de preconceito, discriminação, intimidação, humilhação e violência.
Instituições defendem apuração responsável
As lojas também afirmam que eventuais situações incompatíveis com os princípios apresentados devem ser analisadas com seriedade, prudência e responsabilidade, observando as normas institucionais aplicáveis e o devido processo.
Quando necessário, segundo a nota, os casos devem ser encaminhados pelos meios legais competentes, com preservação da dignidade das pessoas envolvidas e busca pela verdade e pela justiça.
Ao final, as três instituições reafirmam o compromisso com a construção de ambientes considerados seguros, respeitosos, inclusivos e livres de discriminação, preconceito e violência.

















