Brasil aprova lista de 27 minerais para impulsionar indústria nacional

Nova política federal estabelece prioridades para exploração e industrialização de recursos minerais, com previsão de até R$ 2 bilhões em garantias e incentivos fiscais para agregar valor à produção brasileira.

Por Murillo Vazquez
05/11/2026

Publicado em - - - - -

NOTICIA OXAROPE01BR_1

O Governo Federal aprovou nesta quinta-feira (5) uma lista de 27 minerais críticos e estratégicos considerados essenciais para o desenvolvimento econômico, tecnológico e industrial do Brasil. A decisão estabelece quais recursos naturais terão prioridade nos mecanismos de financiamento e incentivos previstos na nova política mineral brasileira.

Entre as substâncias estão terras raras, lítio, grafita, cobre e níquel, utilizadas na fabricação de baterias, veículos elétricos, equipamentos eletrônicos, sistemas de energia renovável e tecnologias de defesa.

A iniciativa pretende enfrentar um desafio histórico do país. Deixar de depender principalmente da venda de matérias-primas e ampliar a produção nacional de bens industrializados de maior valor.

A aprovação da lista representa uma etapa de implementação da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), instituída pela Lei nº 15.506, de 16 de setembro de 2026.

A política é coordenada pelo Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos (CIMCE), responsável por definir prioridades, avaliar projetos e orientar a aplicação dos instrumentos de incentivo.

A nova classificação leva em consideração a exposição do Brasil a riscos geopolíticos, a concentração internacional da produção, a possibilidade de substituição das substâncias e a dependência nacional de fornecedores externos.

Os 27 minerais foram organizados em três níveis de prioridade.

Classe I | Prioridade alta

Terras raras, grafita, lítio, níquel, cobalto, cobre, manganês, silício e urânio.

São nove grupos ou substâncias considerados prioritários para a estratégia nacional.

Entre suas aplicações estão baterias, semicondutores, motores elétricos, equipamentos de comunicação, sistemas energéticos e tecnologias industriais avançadas.

Classe II | Prioridade média

Tungstênio, cromo, vanádio, tântalo, titânio, fosfato, potássio e enxofre.

Esse grupo reúne oito substâncias relevantes para a indústria metalúrgica, a fabricação de equipamentos e a produção de fertilizantes.

O fortalecimento dessas cadeias pode reduzir vulnerabilidades de abastecimento e ampliar a capacidade industrial brasileira.

Classe III | Prioridade baixa

Nióbio, estanho, ferro, zinco, ouro, magnésio, molibdênio, tório, alumínio e grupo da platina.

A terceira categoria reúne dez grupos ou substâncias com importância econômica e industrial.

A classificação como prioridade baixa não significa ausência de valor estratégico. Ela estabelece uma posição relativa na distribuição dos instrumentos de fomento, conforme os critérios adotados pelo governo.

A relação poderá ser revista pelo conselho para acompanhar mudanças tecnológicas, econômicas e geopolíticas.

Incentivos e financiamento para a cadeia mineral

Uma das principais novidades é o Fundo Garantidor da Atividade Mineral (FGAM), criado para facilitar o acesso ao crédito e reduzir riscos financeiros associados aos investimentos no setor.

A legislação autoriza a participação da União no fundo com recursos de até R$ 2 bilhões, além da possibilidade de contribuições de estados, municípios e investidores privados.

O objetivo é estimular projetos que enfrentam dificuldades para obter financiamento, especialmente nas etapas iniciais de pesquisa e desenvolvimento mineral.

Outro instrumento é o Programa Federal de Beneficiamento e Transformação de Minerais Críticos e Estratégicos (PFMCE).

O programa prevê um limite de R$ 1 bilhão anual em créditos fiscais entre 2030 e 2034, destinado a incentivar o processamento, a transformação industrial e a recuperação de minerais por meio da reciclagem, atividade conhecida como mineração urbana.

É importante destacar que os valores representam limites previstos na legislação, e não recursos já desembolsados.

Para acessar os benefícios, os empreendimentos deverão atender aos critérios de enquadramento, cadastramento e aprovação estabelecidos pela política.

As empresas também terão de cumprir exigências relacionadas à pesquisa, inovação tecnológica, responsabilidade socioambiental e utilização de mão de obra e produtos nacionais.

Bahia poderá ampliar participação na cadeia mineral

A Bahia aparece entre os estados brasileiros com potencial geológico para minerais críticos e estratégicos, incluindo ocorrências de terras raras.

Esse cenário abre perspectivas para investimentos em pesquisa mineral, formação profissional e desenvolvimento de atividades industriais relacionadas ao setor.

Entretanto, a presença de recursos naturais não garante automaticamente a instalação de fábricas ou a criação de empregos.

Para aproveitar as oportunidades, será necessário ampliar a infraestrutura, a qualificação técnica, a capacidade de processamento e a articulação entre empresas, universidades e instituições públicas.

O desafio é fazer com que os benefícios econômicos alcancem também as regiões onde os recursos são encontrados.

A agenda dos minerais críticos ganhou importância internacional diante da disputa pelo fornecimento de materiais utilizados na transição energética, na indústria digital e em equipamentos estratégicos.

Países industrializados procuram diversificar suas fontes de abastecimento e reduzir a dependência de cadeias produtivas concentradas em poucos mercados.

Nesse contexto, o Brasil reúne oportunidades relevantes, tanto pela disponibilidade de recursos quanto pela possibilidade de desenvolver novas etapas industriais.

O governo defende que a política nacional estimule a produção de materiais processados, atraia investimentos e fortaleça a capacidade tecnológica brasileira.

Durante a reunião do conselho, também ficou estabelecido que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços deverá apresentar, em 15 dias, uma proposta de cadeias produtivas prioritárias para o Plano Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos.

O documento será submetido à avaliação do colegiado.

A Agência Nacional de Mineração (ANM) continuará responsável pelas atividades de regulação, fiscalização e concessão de direitos minerários.

A definição dos 27 minerais representa um avanço na organização da política mineral brasileira. Mas aprovar uma lista é apenas o começo.

O Brasil conhece bem os benefícios e as limitações de uma economia baseada na exportação de recursos naturais. Durante décadas, parte expressiva do valor agregado à produção mineral ficou nas etapas industriais realizadas fora do país.

A nova política tenta mudar essa lógica.

Para funcionar, precisará ir além dos incentivos financeiros. Será necessário investir em tecnologia, pesquisa científica, infraestrutura, formação de profissionais e transparência na seleção dos projetos beneficiados.

Outro ponto exige atenção especial. O estímulo à mineração precisa caminhar junto com a fiscalização ambiental, a proteção das comunidades e a distribuição dos benefícios econômicos nos territórios envolvidos.

Não basta ampliar a extração mineral se as regiões produtoras continuarem com pouco retorno social.

A verdadeira medida do sucesso dessa política não será a quantidade de minério retirada do subsolo, mas a capacidade brasileira de transformar essa riqueza em indústria, conhecimento, emprego e desenvolvimento.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Agência Nacional de Mineração e Lei Federal nº 15.506/2026.


Mais recentes

Operação Circuito Fechado prende 11 pessoas e apreende 82 armas de fogo

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (5), a Operação Circuito Fechado para desarticular uma rede…

Jerônimo celebra a cultura que traduz a identidade e a história do povo brasileiro

A cultura baiana não cabe em uma única expressão. Está presente na música, na dança, nas festas…

Hemoba promove Sabadão Solidário em unidades do interior durante o mês de novembro

A Fundação Hemoba realiza, durante o mês de novembro, novas edições do Sabadão Solidário, iniciativa que amplia…

IBGE abre 3.412 vagas na Bahia com salários de até R$ 4.370

A Bahia concentra o maior número de vagas do novo processo seletivo do Instituto Brasileiro de Geografia…

Prefeitura de Eunápolis convoca beneficiários do Bolsa Família para pesagem obrigatória até 10 de novembro

A Prefeitura de Eunápolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informa que os beneficiários do Programa…

Brasil aprova lista de 27 minerais para impulsionar indústria nacional

Nova política federal estabelece prioridades para exploração e industrialização de recursos minerais, com previsão de até R$ 2 bilhões em garantias e incentivos fiscais para agregar valor à produção brasileira.

Por Murillo Vazquez
05/11/2026 - 08h00 - Atualizado 5 de novembro de 2026

Publicado em - - - - -

NOTICIA OXAROPE01BR_1

O Governo Federal aprovou nesta quinta-feira (5) uma lista de 27 minerais críticos e estratégicos considerados essenciais para o desenvolvimento econômico, tecnológico e industrial do Brasil. A decisão estabelece quais recursos naturais terão prioridade nos mecanismos de financiamento e incentivos previstos na nova política mineral brasileira.

Entre as substâncias estão terras raras, lítio, grafita, cobre e níquel, utilizadas na fabricação de baterias, veículos elétricos, equipamentos eletrônicos, sistemas de energia renovável e tecnologias de defesa.

A iniciativa pretende enfrentar um desafio histórico do país. Deixar de depender principalmente da venda de matérias-primas e ampliar a produção nacional de bens industrializados de maior valor.

A aprovação da lista representa uma etapa de implementação da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), instituída pela Lei nº 15.506, de 16 de setembro de 2026.

A política é coordenada pelo Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos (CIMCE), responsável por definir prioridades, avaliar projetos e orientar a aplicação dos instrumentos de incentivo.

A nova classificação leva em consideração a exposição do Brasil a riscos geopolíticos, a concentração internacional da produção, a possibilidade de substituição das substâncias e a dependência nacional de fornecedores externos.

Os 27 minerais foram organizados em três níveis de prioridade.

Classe I | Prioridade alta

Terras raras, grafita, lítio, níquel, cobalto, cobre, manganês, silício e urânio.

São nove grupos ou substâncias considerados prioritários para a estratégia nacional.

Entre suas aplicações estão baterias, semicondutores, motores elétricos, equipamentos de comunicação, sistemas energéticos e tecnologias industriais avançadas.

Classe II | Prioridade média

Tungstênio, cromo, vanádio, tântalo, titânio, fosfato, potássio e enxofre.

Esse grupo reúne oito substâncias relevantes para a indústria metalúrgica, a fabricação de equipamentos e a produção de fertilizantes.

O fortalecimento dessas cadeias pode reduzir vulnerabilidades de abastecimento e ampliar a capacidade industrial brasileira.

Classe III | Prioridade baixa

Nióbio, estanho, ferro, zinco, ouro, magnésio, molibdênio, tório, alumínio e grupo da platina.

A terceira categoria reúne dez grupos ou substâncias com importância econômica e industrial.

A classificação como prioridade baixa não significa ausência de valor estratégico. Ela estabelece uma posição relativa na distribuição dos instrumentos de fomento, conforme os critérios adotados pelo governo.

A relação poderá ser revista pelo conselho para acompanhar mudanças tecnológicas, econômicas e geopolíticas.

Incentivos e financiamento para a cadeia mineral

Uma das principais novidades é o Fundo Garantidor da Atividade Mineral (FGAM), criado para facilitar o acesso ao crédito e reduzir riscos financeiros associados aos investimentos no setor.

A legislação autoriza a participação da União no fundo com recursos de até R$ 2 bilhões, além da possibilidade de contribuições de estados, municípios e investidores privados.

O objetivo é estimular projetos que enfrentam dificuldades para obter financiamento, especialmente nas etapas iniciais de pesquisa e desenvolvimento mineral.

Outro instrumento é o Programa Federal de Beneficiamento e Transformação de Minerais Críticos e Estratégicos (PFMCE).

O programa prevê um limite de R$ 1 bilhão anual em créditos fiscais entre 2030 e 2034, destinado a incentivar o processamento, a transformação industrial e a recuperação de minerais por meio da reciclagem, atividade conhecida como mineração urbana.

É importante destacar que os valores representam limites previstos na legislação, e não recursos já desembolsados.

Para acessar os benefícios, os empreendimentos deverão atender aos critérios de enquadramento, cadastramento e aprovação estabelecidos pela política.

As empresas também terão de cumprir exigências relacionadas à pesquisa, inovação tecnológica, responsabilidade socioambiental e utilização de mão de obra e produtos nacionais.

Bahia poderá ampliar participação na cadeia mineral

A Bahia aparece entre os estados brasileiros com potencial geológico para minerais críticos e estratégicos, incluindo ocorrências de terras raras.

Esse cenário abre perspectivas para investimentos em pesquisa mineral, formação profissional e desenvolvimento de atividades industriais relacionadas ao setor.

Entretanto, a presença de recursos naturais não garante automaticamente a instalação de fábricas ou a criação de empregos.

Para aproveitar as oportunidades, será necessário ampliar a infraestrutura, a qualificação técnica, a capacidade de processamento e a articulação entre empresas, universidades e instituições públicas.

O desafio é fazer com que os benefícios econômicos alcancem também as regiões onde os recursos são encontrados.

A agenda dos minerais críticos ganhou importância internacional diante da disputa pelo fornecimento de materiais utilizados na transição energética, na indústria digital e em equipamentos estratégicos.

Países industrializados procuram diversificar suas fontes de abastecimento e reduzir a dependência de cadeias produtivas concentradas em poucos mercados.

Nesse contexto, o Brasil reúne oportunidades relevantes, tanto pela disponibilidade de recursos quanto pela possibilidade de desenvolver novas etapas industriais.

O governo defende que a política nacional estimule a produção de materiais processados, atraia investimentos e fortaleça a capacidade tecnológica brasileira.

Durante a reunião do conselho, também ficou estabelecido que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços deverá apresentar, em 15 dias, uma proposta de cadeias produtivas prioritárias para o Plano Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos.

O documento será submetido à avaliação do colegiado.

A Agência Nacional de Mineração (ANM) continuará responsável pelas atividades de regulação, fiscalização e concessão de direitos minerários.

A definição dos 27 minerais representa um avanço na organização da política mineral brasileira. Mas aprovar uma lista é apenas o começo.

O Brasil conhece bem os benefícios e as limitações de uma economia baseada na exportação de recursos naturais. Durante décadas, parte expressiva do valor agregado à produção mineral ficou nas etapas industriais realizadas fora do país.

A nova política tenta mudar essa lógica.

Para funcionar, precisará ir além dos incentivos financeiros. Será necessário investir em tecnologia, pesquisa científica, infraestrutura, formação de profissionais e transparência na seleção dos projetos beneficiados.

Outro ponto exige atenção especial. O estímulo à mineração precisa caminhar junto com a fiscalização ambiental, a proteção das comunidades e a distribuição dos benefícios econômicos nos territórios envolvidos.

Não basta ampliar a extração mineral se as regiões produtoras continuarem com pouco retorno social.

A verdadeira medida do sucesso dessa política não será a quantidade de minério retirada do subsolo, mas a capacidade brasileira de transformar essa riqueza em indústria, conhecimento, emprego e desenvolvimento.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Agência Nacional de Mineração e Lei Federal nº 15.506/2026.


Mais recentes

Operação Circuito Fechado prende 11 pessoas e apreende 82 armas de fogo

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (5), a Operação Circuito Fechado para desarticular uma rede investigada por comércio ilegal de armas de fogo…

Jerônimo celebra a cultura que traduz a identidade e a história do povo brasileiro

A cultura baiana não cabe em uma única expressão. Está presente na música, na dança, nas festas populares, na religiosidade, no artesanato e nos costumes…

Hemoba promove Sabadão Solidário em unidades do interior durante o mês de novembro

A Fundação Hemoba realiza, durante o mês de novembro, novas edições do Sabadão Solidário, iniciativa que amplia o atendimento em suas unidades de coleta, com…

IBGE abre 3.412 vagas na Bahia com salários de até R$ 4.370

A Bahia concentra o maior número de vagas do novo processo seletivo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São 3.412 oportunidades temporárias para…

Prefeitura de Eunápolis convoca beneficiários do Bolsa Família para pesagem obrigatória até 10 de novembro

A Prefeitura de Eunápolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informa que os beneficiários do Programa Bolsa Família devem realizar o acompanhamento obrigatório de…

Novembro Azul: Eunápolis promove ações de conscientização e reforça a importância do cuidado com a saúde do homem

A Prefeitura de Eunápolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, iniciou na terça-feira (3) as ações da campanha Novembro Azul, movimento dedicado à conscientização…

Turismo de luxo na Bahia ganha projeção internacional com press trip

Durante oito dias, a jornalista alemã Simone Dressler, editora-chefe da revista internacional de altíssimo luxo Connoisseur Circle, participou de press trip (viagem de imprensa) por…

Governo do Estado reúne serviços gratuitos e ações de acolhimento no Espaço Bahia Presente durante a Flica 2026

O Governo da Bahia promove, durante a 14ª Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), uma ampla programação de serviços públicos e ações de incentivo à…

ALBA aprova projeto de Cláudia Oliveira que reconhece Instituto Aganjú em Itapebi como de Utilidade Pública Estadual

A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) aprovou, nesta terça-feira (3), o projeto de lei de autoria da deputada estadual Cláudia Oliveira (PSD) que reconhece o…

Brasil aprova lista de 27 minerais para impulsionar indústria nacional

O Governo Federal aprovou nesta quinta-feira (5) uma lista de 27 minerais críticos e estratégicos considerados essenciais para o desenvolvimento econômico, tecnológico e industrial do…

Marcelo Werner destaca proibição de benefícios penais para faccionados e integração nacional com aprovação da PEC da Segurança

Secretário da Segurança da Bahia ressaltou também a importância da asfixia financeira do crime organizado, com aceleração do bloqueio de contas bancárias e desapropriação de…

Porto Seguro recebe celebração dos 30 anos da Diocese de Eunápolis com grande show de Frei Gilson

Porto Seguro será palco de uma grande celebração de fé no próximo dia 15 de novembro de 2026. A Passarela da Cultura receberá fiéis de…

Prefeitura de Eunápolis avança com a pavimentação asfáltica no Distrito Colônia

A Prefeitura de Eunápolis, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura, avança com a pavimentação asfáltica no Distrito da Colônia. A obra na Rua Pimenteiras…

Governo Federal lança guia para ampliar diversidade e representatividade na comunicação pública

O Governo Federal apresenta nesta sexta-feira (6 de novembro) o Guia para a Cobertura das Ações Governamentais: Diversidade e Pluralidade na Comunicação do Governo do…

Prefeitura de Eunápolis avança na recuperação de estradas vicinais e fortalece o desenvolvimento rural

A Prefeitura de Eunápolis, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, segue avançando com os serviços de patrolamento e recuperação das estradas vicinais, garantindo melhores…

Rolar para cima