
A cultura baiana não cabe em uma única expressão. Está presente na música, na dança, nas festas populares, na religiosidade, no artesanato e nos costumes que atravessam gerações. Neste 5 de novembro, Dia Nacional da Cultura, o governador Jerônimo Rodrigues prestou homenagem a essa diversidade e chama atenção para a importância de preservar as manifestações que fazem da Bahia um dos territórios de maior riqueza cultural do país. Em vídeo publicado no Instagram e trilha sonora de Maria Bethânia, o governador passeia pelas tradições que não apenas contam a história do estado, mas também fortalecem o sentimento de pertencimento de seu povo.
A homenagem também dialoga com a própria trajetória de Jerônimo. Filho de Ziza, vaqueiro, e Maria, costureira, o governador nasceu em Palmeirinha, distrito de Aiquara, no interior baiano. Sua origem está ligada à realidade sertaneja, aos costumes do campo e a uma cultura popular que tem no vaqueiro uma de suas figuras mais representativas. Essa identidade ajuda a explicar a proximidade com as tradições do interior e o reconhecimento da importância dos saberes transmitidos de pais para filhos.
A data, instituída pela Lei Federal nº 5.579, de 1970, homenageia o nascimento de Rui Barbosa, jurista, escritor e intelectual baiano nascido em Salvador, em 5 de novembro de 1849. Mais do que uma celebração no calendário, o Dia Nacional da Cultura é uma oportunidade de reconhecer que a identidade de um povo se constrói e se renova por meio de suas manifestações, de sua memória e de suas tradições. Na Bahia, preservar essa riqueza significa valorizar quem mantém a cultura viva todos os dias.
Confira mais no vídeo do Instagram https://www.instagram.com/reel/DfW0nKyB2Ns/















