Com 4ª menor taxa de saída de atividade de MEIs, entre os estados, Bahia vê nº de microempreendedores crescer 11,1% entre 2021 e 2022

Por Marcelo oXarope
21/08/2024

Publicado em -

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** Em 2022, Bahia tinha 774.505 microempreendedores individuais (MEIs), grupo que cresceu 11,1% em relação a 2021, com mais com mais 77.402 MEIs em um ano. O estado manteve o 6º maior contingente de MEIs do país, representando 5,3% do total nacional;

** Apesar do aumento numérico, os MEIs perderam participação no total de pessoas trabalhando em empresas formais na Bahia (incluindo os próprios MEIs), de 22,7% em 2021, para 18,0% em 2022. Com isso, o estado deixou de ter a 3ª maior participação de MEIs entre trabalhadores, passando à 13ª posição;

** Na Bahia, 2 em cada 10 MEIs (18,5%) encerram suas atividades em até três anos, mas a taxa de sobrevivência no estado (81,5%) ainda é a 9ª mais alta do país;

** MEIs homens (81,9%), de 40 a 49 anos (85,7%), atuando na construção (85,0%) tinham as maiores taxas de sobrevivência, na Bahia, em 2022;

** Na Bahia, MEIs são mais numerosos entre cabeleireiros e outras atividades de beleza (61.741, ou 8,0% do total); no comércio de roupas (57.824 ou 7,5%) e em restaurantes e serviços de alimentação ou bebidas (45.153 ou 5,8%);

** Em 2022, a Bahia tinha, entre os estados, a maior proporção de MEIs inscritos no CADÚnico (41,3%). Destes, 6 em cada 10 (57,4%) recebiam benefício do Programa Bolsa Família;

** Essas e outras informações integram as Estatísticas dos Cadastros de Microempreendedores Individuais (MEIs) 2022.
As fontes dos dados são os registros administrativos do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), ambos da Secretaria Especial da Receita Federal; do Cadastro Central de Empresas (CEMPRE), do IBGE; e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).
O estudo se enquadra como uma investigação experimental, pois trata de estatísticas novas, que ainda estão em fase de teste e sob avaliação.

Entre 2021 e 2022, a Bahia teve um aumento de 11,1% no número de microempreendedores individuais (MEIs), que passaram de 697.103 para 774.505, representando mais 77.402 MEIs em um ano. O estado manteve, assim, o 6º maior contingente de MEIs do país, equivalente a 5,3% do total nacional.

O aumento absoluto de MEIs na Bahia foi o 7º maior dentre as unidades da Federação, sendo que em todas elas houve crescimento desse contingente.

No Brasil, o número de MEIS passou de 13.076.206 para 14.567.653, entre 2021 e 2022, o que representou um aumento de 1.491.449 (+11,4%) em um ano.

São Paulo (+431.322), Minas Gerais (+149.064) e Rio de Janeiro (+139.198) lideraram os avanços em termos absolutos. Em termos proporcionais, Roraima (+16,9%), Santa Catarina (+15,4%) e Amazonas (+15,3%) registraram os maiores aumentos – a Bahia teve a 15ª taxa de crescimento no total de MEIs (11,1%).

Mesmo com o aumento numérico, os MEIs perderam participação no total de pessoas trabalhando em empresas formais na Bahia (incluindo os próprios MEIs), de 22,7% em 2021, para 18,0% em 2022. Com isso, o estado deixou de ter a 3ª maior participação de MEIs entre trabalhadores de empresas formais, caindo para a 13ª.

No Brasil como um todo, a participação dos MEIs no total de trabalhadores em empresas formais também recuou, de 19,1% em 2021 para 18,8% em 2022. As maiores participações, neste último ano, estavam no Rio de Janeiro (23,9%), no Espírito Santo (23,4%) e em Minas Gerais (20,3%).

O saldo positivo de MEIs na Bahia, entre 2021 e 2022, foi resultado, por um lado, da entrada em atividade de 136.190 novos microempreendedores e, por outro, da saída de 58.591. A taxa de entrada de MEIs do estado foi de 17,6%, a 7ª menor do país, mas isso foi compensado pela taxa de saída, 7,6%,a 4ª mais baixa entre os estados, só superior às do Rio de Janeiro (5,8%), Amazonas (7,4%) e Pará (7,5%).

Nacionalmente, a taxa de entrada de novos MEIs entre 2021 e 2022 foi de 18,3%, enquanto a de saída foi de 8,1%.

Na Bahia, o perfil dos MEIs se manteve basicamente o mesmo, em 2021 e 2022.

Eram majoritariamente homens (54,5% ou 422.125); pardos (68,9% das pessoas para as quais foi possível ter a informação por cor ou raça, ou 252.050); tinham, em média, 41 anos de idade; Ensino Médio completo ou Superior incompleto (69,7% das pessoas para as quais foi possível ter a informação do nível de instrução, ou 351.677); e se tornaram microempreendedores individuais havia no máximo três anos (46,1%, ou 357.288). Quase a totalidade (99,8%) eram brasileiros natos, o que representava um contingente de 772.698 pessoas. Dos 1.807 estrangeiros, predominavam os argentinos (389), colombianos (203) e italianos (196).

Na Bahia, 2 em cada 10 MEIs (18,5%) encerram suas atividades em até três anos, mas taxa de sobrevivência no estado (81,5%) é a 9ª mais alta do país

Na Bahia, 2 em cada 10 MEIs encerram suas atividades até três anos depois de criados. Dos 113.393 MEIs filiados em 2019, no estado, 92.403 estavam ativos em 2022, em uma taxa de sobrevivência de 81,5% nos três anos. Ou seja, 18,5% dos que se filiaram em 2019, ou 20.990 MEIs, deixaram de atuar nesse período.

A taxa de sobrevivência dos MEIs na Bahia era superior à nacional (79,9%, entre 2019 e 2022) e a 9ª mais alta dentre os estados. Rio de Janeiro (84,7%), Amazonas (84,6%) e Pará (84,2%) tinham as maiores taxas, enquanto Minas Gerais (77,2%), Santa Catarina (77,4%) e Paraná (77,6%) tinham as menores.

Na Bahia, em 2022, os MEIs homens tinham uma taxa de sobrevivência discretamente superior à das mulheres (81,9% deles frente a 81,0% delas). A sobrevivência também aumentava com a idade, sendo maior entre os MEIs de 40 a 49 anos (85,7% eram sobreviventes) e de 50 anos ou mais (83,5%), frente a taxas menores para MEIS de 20 a 29 anos (76,8%) e de 30 a 39 anos (82,4%).

MEIs atuando na construção tinham a maior taxa de sobrevivência (85,0%), na Bahia, em 2022. Eram seguidos pelos atuantes na indústria em geral (83,0%); no comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (81,7%); e nos serviços (80,7%). MEIs na agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura tinham a menor taxa de sobrevivência, no estado (70,6%).

Na Bahia, MEIs são mais numerosos entre cabeleireiros e outras atividades de beleza, no comércio de roupas e em serviços de alimentação ou bebidas

De 2021 a 2022, na Bahia, o número de MEIs cresceu em todas as seções (grandes grupos de atividades) da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).

A seção de comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas seguiu com o maior número de microempreendedores individuais no estado (282.354), reunindo perto de 4 em cada 10 MEIs baianos (36,5% do total). Também teve, frente a 2021, a maior alta absoluta desse total: mais 20.909 MEIs (+8,0%) em um ano.

Já a seção agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura teve o maior ganho proporcional no número de MEIs na Bahia, no período. Entre 2021 e 2022, esse grupo cresceu 25,8%, chegando a 2.600. Continuou, porém, o segundo menos numeroso do estado, representando apenas 0,34% do total de MEIs baianos.

Detalhando as seções por atividades, o maior número de MEIs na Bahia, em 2022, atuava como cabeleireiros e em outras atividades de tratamento de beleza: 61.741, que representavam 8,0% do total do estado.

Na sequência, vinham os MEIs que atuavam no comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios (57.824 ou 7,5%) e em restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas (45.153 ou 5,8%).

No Brasil como um todo, essas também são as três atividades com o maior número de MEIs: 1.304.187, 990.379 e 876.004, respectivamente.

Em 2022, Bahia tinha a maior proporção do país de MEIs inscritos no CADÚnico (41,3%)

Em 2022, 4 em cada 10 MEIs na Bahia (319.608 dos 774.505, ou 41,3% do total) estavam inscritos no Cadastro Único (CADÚnico) para programas sociais do governo federal. Era a maior proporção de microempreendedores individuais nessa situação, entre as unidades da Federação.

No Brasil como um todo, dos 14.567.653 MEIs, 4.135.579 tinham inscrição no CADÚnico, o que representava 28,4% do total.

Em números absolutos, mesmo tendo o 6º maior contingente de MEIs do país, a Bahia tinha o 4º maior número de microempreendedores individuais no CADÚnico, atrás apenas de São Paulo (916.973), Rio de Janeiro (509.618) e Minas Gerais (461.171), estados com quantidades totais de MEIs bem superiores.

Mariana Viveiros – Seção de Disseminação de Informações- Superintendência Estadual do IBGE na Bahia

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Por Marcelo oXarope
21/08/2024 - 15h57 - Atualizado 21 de agosto de 2024

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** Em 2022, Bahia tinha 774.505 microempreendedores individuais (MEIs), grupo que cresceu 11,1% em relação a 2021, com mais com mais 77.402 MEIs em um ano. O estado manteve o 6º maior contingente de MEIs do país, representando 5,3% do total nacional;

** Apesar do aumento numérico, os MEIs perderam participação no total de pessoas trabalhando em empresas formais na Bahia (incluindo os próprios MEIs), de 22,7% em 2021, para 18,0% em 2022. Com isso, o estado deixou de ter a 3ª maior participação de MEIs entre trabalhadores, passando à 13ª posição;

** Na Bahia, 2 em cada 10 MEIs (18,5%) encerram suas atividades em até três anos, mas a taxa de sobrevivência no estado (81,5%) ainda é a 9ª mais alta do país;

** MEIs homens (81,9%), de 40 a 49 anos (85,7%), atuando na construção (85,0%) tinham as maiores taxas de sobrevivência, na Bahia, em 2022;

** Na Bahia, MEIs são mais numerosos entre cabeleireiros e outras atividades de beleza (61.741, ou 8,0% do total); no comércio de roupas (57.824 ou 7,5%) e em restaurantes e serviços de alimentação ou bebidas (45.153 ou 5,8%);

** Em 2022, a Bahia tinha, entre os estados, a maior proporção de MEIs inscritos no CADÚnico (41,3%). Destes, 6 em cada 10 (57,4%) recebiam benefício do Programa Bolsa Família;

** Essas e outras informações integram as Estatísticas dos Cadastros de Microempreendedores Individuais (MEIs) 2022.
As fontes dos dados são os registros administrativos do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), ambos da Secretaria Especial da Receita Federal; do Cadastro Central de Empresas (CEMPRE), do IBGE; e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).
O estudo se enquadra como uma investigação experimental, pois trata de estatísticas novas, que ainda estão em fase de teste e sob avaliação.

Entre 2021 e 2022, a Bahia teve um aumento de 11,1% no número de microempreendedores individuais (MEIs), que passaram de 697.103 para 774.505, representando mais 77.402 MEIs em um ano. O estado manteve, assim, o 6º maior contingente de MEIs do país, equivalente a 5,3% do total nacional.

O aumento absoluto de MEIs na Bahia foi o 7º maior dentre as unidades da Federação, sendo que em todas elas houve crescimento desse contingente.

No Brasil, o número de MEIS passou de 13.076.206 para 14.567.653, entre 2021 e 2022, o que representou um aumento de 1.491.449 (+11,4%) em um ano.

São Paulo (+431.322), Minas Gerais (+149.064) e Rio de Janeiro (+139.198) lideraram os avanços em termos absolutos. Em termos proporcionais, Roraima (+16,9%), Santa Catarina (+15,4%) e Amazonas (+15,3%) registraram os maiores aumentos – a Bahia teve a 15ª taxa de crescimento no total de MEIs (11,1%).

Mesmo com o aumento numérico, os MEIs perderam participação no total de pessoas trabalhando em empresas formais na Bahia (incluindo os próprios MEIs), de 22,7% em 2021, para 18,0% em 2022. Com isso, o estado deixou de ter a 3ª maior participação de MEIs entre trabalhadores de empresas formais, caindo para a 13ª.

No Brasil como um todo, a participação dos MEIs no total de trabalhadores em empresas formais também recuou, de 19,1% em 2021 para 18,8% em 2022. As maiores participações, neste último ano, estavam no Rio de Janeiro (23,9%), no Espírito Santo (23,4%) e em Minas Gerais (20,3%).

O saldo positivo de MEIs na Bahia, entre 2021 e 2022, foi resultado, por um lado, da entrada em atividade de 136.190 novos microempreendedores e, por outro, da saída de 58.591. A taxa de entrada de MEIs do estado foi de 17,6%, a 7ª menor do país, mas isso foi compensado pela taxa de saída, 7,6%,a 4ª mais baixa entre os estados, só superior às do Rio de Janeiro (5,8%), Amazonas (7,4%) e Pará (7,5%).

Nacionalmente, a taxa de entrada de novos MEIs entre 2021 e 2022 foi de 18,3%, enquanto a de saída foi de 8,1%.

Na Bahia, o perfil dos MEIs se manteve basicamente o mesmo, em 2021 e 2022.

Eram majoritariamente homens (54,5% ou 422.125); pardos (68,9% das pessoas para as quais foi possível ter a informação por cor ou raça, ou 252.050); tinham, em média, 41 anos de idade; Ensino Médio completo ou Superior incompleto (69,7% das pessoas para as quais foi possível ter a informação do nível de instrução, ou 351.677); e se tornaram microempreendedores individuais havia no máximo três anos (46,1%, ou 357.288). Quase a totalidade (99,8%) eram brasileiros natos, o que representava um contingente de 772.698 pessoas. Dos 1.807 estrangeiros, predominavam os argentinos (389), colombianos (203) e italianos (196).

Na Bahia, 2 em cada 10 MEIs (18,5%) encerram suas atividades em até três anos, mas taxa de sobrevivência no estado (81,5%) é a 9ª mais alta do país

Na Bahia, 2 em cada 10 MEIs encerram suas atividades até três anos depois de criados. Dos 113.393 MEIs filiados em 2019, no estado, 92.403 estavam ativos em 2022, em uma taxa de sobrevivência de 81,5% nos três anos. Ou seja, 18,5% dos que se filiaram em 2019, ou 20.990 MEIs, deixaram de atuar nesse período.

A taxa de sobrevivência dos MEIs na Bahia era superior à nacional (79,9%, entre 2019 e 2022) e a 9ª mais alta dentre os estados. Rio de Janeiro (84,7%), Amazonas (84,6%) e Pará (84,2%) tinham as maiores taxas, enquanto Minas Gerais (77,2%), Santa Catarina (77,4%) e Paraná (77,6%) tinham as menores.

Na Bahia, em 2022, os MEIs homens tinham uma taxa de sobrevivência discretamente superior à das mulheres (81,9% deles frente a 81,0% delas). A sobrevivência também aumentava com a idade, sendo maior entre os MEIs de 40 a 49 anos (85,7% eram sobreviventes) e de 50 anos ou mais (83,5%), frente a taxas menores para MEIS de 20 a 29 anos (76,8%) e de 30 a 39 anos (82,4%).

MEIs atuando na construção tinham a maior taxa de sobrevivência (85,0%), na Bahia, em 2022. Eram seguidos pelos atuantes na indústria em geral (83,0%); no comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (81,7%); e nos serviços (80,7%). MEIs na agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura tinham a menor taxa de sobrevivência, no estado (70,6%).

Na Bahia, MEIs são mais numerosos entre cabeleireiros e outras atividades de beleza, no comércio de roupas e em serviços de alimentação ou bebidas

De 2021 a 2022, na Bahia, o número de MEIs cresceu em todas as seções (grandes grupos de atividades) da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).

A seção de comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas seguiu com o maior número de microempreendedores individuais no estado (282.354), reunindo perto de 4 em cada 10 MEIs baianos (36,5% do total). Também teve, frente a 2021, a maior alta absoluta desse total: mais 20.909 MEIs (+8,0%) em um ano.

Já a seção agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura teve o maior ganho proporcional no número de MEIs na Bahia, no período. Entre 2021 e 2022, esse grupo cresceu 25,8%, chegando a 2.600. Continuou, porém, o segundo menos numeroso do estado, representando apenas 0,34% do total de MEIs baianos.

Detalhando as seções por atividades, o maior número de MEIs na Bahia, em 2022, atuava como cabeleireiros e em outras atividades de tratamento de beleza: 61.741, que representavam 8,0% do total do estado.

Na sequência, vinham os MEIs que atuavam no comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios (57.824 ou 7,5%) e em restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas (45.153 ou 5,8%).

No Brasil como um todo, essas também são as três atividades com o maior número de MEIs: 1.304.187, 990.379 e 876.004, respectivamente.

Em 2022, Bahia tinha a maior proporção do país de MEIs inscritos no CADÚnico (41,3%)

Em 2022, 4 em cada 10 MEIs na Bahia (319.608 dos 774.505, ou 41,3% do total) estavam inscritos no Cadastro Único (CADÚnico) para programas sociais do governo federal. Era a maior proporção de microempreendedores individuais nessa situação, entre as unidades da Federação.

No Brasil como um todo, dos 14.567.653 MEIs, 4.135.579 tinham inscrição no CADÚnico, o que representava 28,4% do total.

Em números absolutos, mesmo tendo o 6º maior contingente de MEIs do país, a Bahia tinha o 4º maior número de microempreendedores individuais no CADÚnico, atrás apenas de São Paulo (916.973), Rio de Janeiro (509.618) e Minas Gerais (461.171), estados com quantidades totais de MEIs bem superiores.

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