Literatura indígena em destaque: Lucia Tucuju será a primeira autora a chegar no evento

Conversas, debates e muita literatura: o que esperar do Festival Caju de Leitores

Por Redação Oxarope
27/08/2024

Publicado em -

oXarope1260824secom

Faltando apenas uma semana para o início do Festival Caju de Leitores na Oca Tururim, na Aldeia Xandó, em Caraíva, Porto Seguro (BA), já se sente a atmosfera da literatura indígena no ar. Nesta terceira edição do evento, que acontecerá nos dias 3 e 4 de setembro, teremos a presença de 21 convidados, entre personalidades locais e de outras regiões do Brasil.

A primeira autora indígena a chegar será Lucia Tucuju, que participará de uma formação em Literatura Indígena em 31 de agosto, no Centro de Cultura de Porto Seguro, em parceria com o Caju de Leitores e a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

PROGRAMAÇÃO

Lucia Tucuju, atriz, poetisa e contadora de histórias de Macapá, faz parte de um trio de contadoras de histórias que prometem cativar os jovens leitores. Ao lado dela, Auritha Tabajara e Aline Kayapó irão animar as manhãs do Festival Caju de Leitores.

A partir das 8 horas da manhã, a Oca Tururim abrirá suas portas para receber o público, com a cerimônia de Awê e oração tradicionais do povo Pataxó conduzida pelo Centro Cultural da Aldeia Xandó marcando o início das atividades às 9h. Ainda no dia 03 de setembro, o desenhista e tatuador Tucunã Pataxó irá conduzir uma oficina de pintura corporal, compartilhando seus conhecimentos sobre os grafismos indígenas.

A novidade deste ano será a participação mais ativa dos alunos da Escola Indígena Pataxó Xandó, sob a direção de Nargela Carvalho, co-anfitriã do evento ao lado do escritor Sairi Pataxó. Os alunos prepararam apresentações culturais, teatro, leitura de redações e ações sobre meio ambiente e cultura tradicionais, prometendo enriquecer ainda mais a experiência do Festival.

No período da tarde, as atividades estão agendadas para começar às 14 horas. Na terça-feira (3), o Centro Cultural da Reserva Porto do Boi receberá o público com o tradicional Awê Pataxó. Logo em seguida, terão início as mesas de debate. No total, serão quatro mesas que vão discorrer sobre o tema central do Caju de Leitores deste ano que é “Territórios – O Brasil é Terra Indígena”.

A primeira mesa, intitulada “Território Identidade”, contará com a participação de Juerana Pataxó, Janice Cardoso e Txatxu Pataxó, que discutirão com o público sobre os corpos como forma e meio de expressão. Raoni Pataxó, importante liderança, fará uma apresentação cultural para reforçar a importância do tema.

Em seguida, teremos a mesa ‘Conceito de Território’, que abordará o modo de vida indígena como meio de combater a crise climática, com a participação de Ailton Krenak, Edson Kayapó, Tapy Pataxó e Ahnã Pataxó.

Na quarta-feira (4), serão realizadas mais duas mesas de debate com os temas: ‘Território Digital’, que visa provocar os jovens sobre a importância das mídias na propagação de ideias e ações indígenas, com a participação de Tukumã Pataxó, Samela Sateré Mawê, Daniel Pataxó e Túlio Foi Pescar.

O Festival Caju de Leitores será encerrado com uma apresentação do músico e compositor Akurinã Pataxó, seguida por uma mesa de debate sobre ‘Território Cultural’, destacando a língua Patxôhã como ferramenta de preservação da cultura, com a presença além de Akurinã, do Pajé Niomaktxi, Professora Iane, Tohõ Pataxó.

EXPECTATIVA

Para Nargela Carvalho a expectativa sobre o Caju de Leitores é grande: receber cerca de mil pessoas durante os dois dias do evento. “Além das aldeias e escolas da região que participam do encontro desde a primeira edição, temos notado um interesse crescente de moradores locais e turistas prestigiando e dando destaque ao Festival. É emocionante ver a literatura indígena conquistando novos públicos e consolidando nosso evento no calendário nacional”, afirma Nargela, com orgulho.

A idealizadora e produtora do Caju, Joanna Savaglia, ressalta a importância da presença de Ailton Krenak no evento, destacando-o como um presente para os espectadores. Além disso, ela enfatiza a oportunidade de ouvir tantos indígenas compartilhando suas experiências e conhecimentos sobre diversos territórios humanos, o que torna o evento ainda mais enriquecedor.

“Estamos entusiasmados para que todos possam desfrutar do evento e participar das trocas de conhecimento, refletindo a abertura e valorização da diversidade de vozes e saberes presentes no Caju de Leitores deste ano”, disse Joanna. “A presença de Krenak e dos demais indígenas promete trazer reflexões importantes sobre questões sociais e ambientais, tornando-o uma experiência única e enriquecedora para todos os participantes”, completou

INSTRUÇÕES
A Aldeia Indígena Xandó está situada no distrito de Caraíva, a 70 km de Porto Seguro, e faz divisa com a Vila de Caraíva. Para os visitantes de outras regiões, a forma mais prática de chegar é através de Porto Seguro, seja de avião ou ônibus. A partir daí, existem diversas opções para chegar a Caraíva, como contratar um serviço de transfer, alugar um carro ou pegar um ônibus que o levará ao porto das canoas para atravessar o Rio Caraíva. É recomendável agendar o serviço de transfer com antecedência.

Para quem optar pelo ônibus, o ponto de partida é Arraial D’Ajuda, onde é necessário fazer a travessia de balsa pelo Rio Buranhém. Os ônibus partem de segunda a sábado em três horários diferentes, às 7h, às 12h e às 15h, e aos domingos em dois horários, às 7h e às 15h. Ao chegar em Caraíva, a travessia de canoa tem saídas a cada 10 minutos, ao custo de R$10 por trecho/pessoa. Além disso, é possível contribuir com o ecoticket, uma taxa voluntária de R$20 cobrada pelo Conselho Comunitário de Caraíva para apoiar melhorias na região. A Oca Tururim, localizada na Aldeia Xandó e próxima à Vila de Caraíva, pode ser acessada a pé ou de buggy, com placas indicativas guiando os visitantes até o local do evento.

REALIZAÇÃO

O Festival Caju de Leitores, promovido pela Savá Cultural e com o patrocínio com incentivo da Lei Rouanet, Ministério da Cultura, é um evento gratuito. Para mais informações e programação completa, acesse o site www.cajuleitores.com.br ou siga o Instagram @cajuleitores (https://www.instagram.com/cajuleitores).


SERVIÇO
O que: Festival Caju de Leitores
Tema: Territórios – O Brasil é Terra Indígena
Quando: 3 e 4 de setembro (terça e quarta-feira)
Onde: Oca Tururim, Aldeia Xandó, TI Barra Velha, Caraíva, Porto Seguro, Bahia
Horário: das 9h às 20h 
Classificação: Livre
Informações adicionais: O evento é GRATUITO e terá atividades lúdicas para o público infanto-juvenil e mesas e rodas de conversa para o espectador juvenil-adulto.

Débora do Carmo – Ascom Festival Caju de Leitores

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Conversas, debates e muita literatura: o que esperar do Festival Caju de Leitores

Por Redação Oxarope
27/08/2024 - 21h45 - Atualizado 27 de agosto de 2024

Publicado em -

oXarope1260824secom

Faltando apenas uma semana para o início do Festival Caju de Leitores na Oca Tururim, na Aldeia Xandó, em Caraíva, Porto Seguro (BA), já se sente a atmosfera da literatura indígena no ar. Nesta terceira edição do evento, que acontecerá nos dias 3 e 4 de setembro, teremos a presença de 21 convidados, entre personalidades locais e de outras regiões do Brasil.

A primeira autora indígena a chegar será Lucia Tucuju, que participará de uma formação em Literatura Indígena em 31 de agosto, no Centro de Cultura de Porto Seguro, em parceria com o Caju de Leitores e a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

PROGRAMAÇÃO

Lucia Tucuju, atriz, poetisa e contadora de histórias de Macapá, faz parte de um trio de contadoras de histórias que prometem cativar os jovens leitores. Ao lado dela, Auritha Tabajara e Aline Kayapó irão animar as manhãs do Festival Caju de Leitores.

A partir das 8 horas da manhã, a Oca Tururim abrirá suas portas para receber o público, com a cerimônia de Awê e oração tradicionais do povo Pataxó conduzida pelo Centro Cultural da Aldeia Xandó marcando o início das atividades às 9h. Ainda no dia 03 de setembro, o desenhista e tatuador Tucunã Pataxó irá conduzir uma oficina de pintura corporal, compartilhando seus conhecimentos sobre os grafismos indígenas.

A novidade deste ano será a participação mais ativa dos alunos da Escola Indígena Pataxó Xandó, sob a direção de Nargela Carvalho, co-anfitriã do evento ao lado do escritor Sairi Pataxó. Os alunos prepararam apresentações culturais, teatro, leitura de redações e ações sobre meio ambiente e cultura tradicionais, prometendo enriquecer ainda mais a experiência do Festival.

No período da tarde, as atividades estão agendadas para começar às 14 horas. Na terça-feira (3), o Centro Cultural da Reserva Porto do Boi receberá o público com o tradicional Awê Pataxó. Logo em seguida, terão início as mesas de debate. No total, serão quatro mesas que vão discorrer sobre o tema central do Caju de Leitores deste ano que é “Territórios – O Brasil é Terra Indígena”.

A primeira mesa, intitulada “Território Identidade”, contará com a participação de Juerana Pataxó, Janice Cardoso e Txatxu Pataxó, que discutirão com o público sobre os corpos como forma e meio de expressão. Raoni Pataxó, importante liderança, fará uma apresentação cultural para reforçar a importância do tema.

Em seguida, teremos a mesa ‘Conceito de Território’, que abordará o modo de vida indígena como meio de combater a crise climática, com a participação de Ailton Krenak, Edson Kayapó, Tapy Pataxó e Ahnã Pataxó.

Na quarta-feira (4), serão realizadas mais duas mesas de debate com os temas: ‘Território Digital’, que visa provocar os jovens sobre a importância das mídias na propagação de ideias e ações indígenas, com a participação de Tukumã Pataxó, Samela Sateré Mawê, Daniel Pataxó e Túlio Foi Pescar.

O Festival Caju de Leitores será encerrado com uma apresentação do músico e compositor Akurinã Pataxó, seguida por uma mesa de debate sobre ‘Território Cultural’, destacando a língua Patxôhã como ferramenta de preservação da cultura, com a presença além de Akurinã, do Pajé Niomaktxi, Professora Iane, Tohõ Pataxó.

EXPECTATIVA

Para Nargela Carvalho a expectativa sobre o Caju de Leitores é grande: receber cerca de mil pessoas durante os dois dias do evento. “Além das aldeias e escolas da região que participam do encontro desde a primeira edição, temos notado um interesse crescente de moradores locais e turistas prestigiando e dando destaque ao Festival. É emocionante ver a literatura indígena conquistando novos públicos e consolidando nosso evento no calendário nacional”, afirma Nargela, com orgulho.

A idealizadora e produtora do Caju, Joanna Savaglia, ressalta a importância da presença de Ailton Krenak no evento, destacando-o como um presente para os espectadores. Além disso, ela enfatiza a oportunidade de ouvir tantos indígenas compartilhando suas experiências e conhecimentos sobre diversos territórios humanos, o que torna o evento ainda mais enriquecedor.

“Estamos entusiasmados para que todos possam desfrutar do evento e participar das trocas de conhecimento, refletindo a abertura e valorização da diversidade de vozes e saberes presentes no Caju de Leitores deste ano”, disse Joanna. “A presença de Krenak e dos demais indígenas promete trazer reflexões importantes sobre questões sociais e ambientais, tornando-o uma experiência única e enriquecedora para todos os participantes”, completou

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A Aldeia Indígena Xandó está situada no distrito de Caraíva, a 70 km de Porto Seguro, e faz divisa com a Vila de Caraíva. Para os visitantes de outras regiões, a forma mais prática de chegar é através de Porto Seguro, seja de avião ou ônibus. A partir daí, existem diversas opções para chegar a Caraíva, como contratar um serviço de transfer, alugar um carro ou pegar um ônibus que o levará ao porto das canoas para atravessar o Rio Caraíva. É recomendável agendar o serviço de transfer com antecedência.

Para quem optar pelo ônibus, o ponto de partida é Arraial D’Ajuda, onde é necessário fazer a travessia de balsa pelo Rio Buranhém. Os ônibus partem de segunda a sábado em três horários diferentes, às 7h, às 12h e às 15h, e aos domingos em dois horários, às 7h e às 15h. Ao chegar em Caraíva, a travessia de canoa tem saídas a cada 10 minutos, ao custo de R$10 por trecho/pessoa. Além disso, é possível contribuir com o ecoticket, uma taxa voluntária de R$20 cobrada pelo Conselho Comunitário de Caraíva para apoiar melhorias na região. A Oca Tururim, localizada na Aldeia Xandó e próxima à Vila de Caraíva, pode ser acessada a pé ou de buggy, com placas indicativas guiando os visitantes até o local do evento.

REALIZAÇÃO

O Festival Caju de Leitores, promovido pela Savá Cultural e com o patrocínio com incentivo da Lei Rouanet, Ministério da Cultura, é um evento gratuito. Para mais informações e programação completa, acesse o site www.cajuleitores.com.br ou siga o Instagram @cajuleitores (https://www.instagram.com/cajuleitores).


SERVIÇO
O que: Festival Caju de Leitores
Tema: Territórios – O Brasil é Terra Indígena
Quando: 3 e 4 de setembro (terça e quarta-feira)
Onde: Oca Tururim, Aldeia Xandó, TI Barra Velha, Caraíva, Porto Seguro, Bahia
Horário: das 9h às 20h 
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