
“ACM Neto fala em humilhar o governador, mas quem deveria se explicar é ele. Foi na gestão dele que Salvador implantou o Pé na Escola, um programa que virou símbolo de uma escolha perigosa: em vez de fortalecer a escola pública, a Prefeitura passou a comprar vaga privada com dinheiro público. Humilhação de verdade é a mãe que precisa trabalhar e não encontra creche pública no bairro”, afirmou.
Os números, para Emerenciano, mostram o resultado dessa escolha. Em 2024, Salvador registrou apenas 36,75% das crianças alfabetizadas na idade certa e ficou na última posição entre as capitais brasileiras, segundo dados do Ministério da Educação.
O médico afirmou ainda que o uso dessas agendas para diminuir a Bahia revela falta de projeto. “A Bahia não precisa de vitrine nem de humilhação. Precisa de creche aberta, escola pública forte e criança aprendendo a ler”, concluiu.















