Oralidade, ilustração e escrita coroamúltimo dia do Festival Caju de Leitores

Por MarcelloXarope
08/09/2023

Publicado em -

oxarope2noticia-11

Maria Rios foi uma das atrações doúltimo dia do Festival Caju de Leitores (Crédito: Leo Barreto/ Festival Caju deLeitores) – Foto: Caju dia 4_LB(1)

A oralidade, a ilustração e a escrita estiveram presentes no último dia do Festival Caju de Leitores. Na parte da manhã, os saberes ancestrais e as histórias passadas pelos avós e encantados encheram a memória e imaginação dos participantes.

A Pajé Japira Pataxó trouxe o conhecimento das matas, restingas, capoeiras e brejos para o Caju. Falou sobre os banhos e chás que aprendeu com a avó. Ela revelou sobre a ajuda dos espíritos ancestrais e em especial um encantado: Caipora – a mãe da mata – quem a ajudava a encontrar as mais de 130 ervas descritas em seu livro. 

“Aroeira, Pitanga, Alecrim, Almesca, Pinhão Roxo, Café Beirão, Jambolão, Casca de Mangaba, Carqueja, Fedegosão, Amora e o Jaborandi são alguns dos ‘matos’ que uso para os banhos e chás. Muita gente me procura para tratar suas dores. E, tal qual os remédios na farmácia, é preciso seguir a prescrição. Para os banhos sempre uso 3 ervas e a escolha delas depende do que vai ser curado”, revela a pajé.

Segredos

Japira também revelou alguns segredos da Floresta. “Antes de entrar na mata para a caça, os índios se preparam levando fumo de rolo para a Caipora cachimbar. Meu marido foi caçar na mata e se esqueceu de deixar o fumo para a guardiã dos animais e ‘se perdeu’. Depois de caminhar por um tempo em círculos, ele se lembrou da prenda para o encantado e pouco tempo depois, a estrada se abriu a sua frente. A Caipora tem o poder de se transformar em qualquer ser vivo: pássaro, bicho, gente, cavalo”, comentou, explicando que crianças pagãs, na mata, são levadas por este encantado.

Auritha Tabajara sente em dona Japira, a força de sua avó e ressaltou que os ensinamentos ancestrais ultrapassam o físico. Antes da Pandemia, Auritha esteve em sua Aldeia e na partida, sua avó perguntou se ela estaria pronta para ficar.

“Minha avó me perguntou se estava preparada para voltar de mala e cuia. Eu estava em um grande momento de minha carreira, com muitos eventos para mostrar nossa cultura e disse a ela que ainda tinha trabalho ‘na cidade’ para fazer. Lembro do olhar dela de quem dizia que eu estava enganada. Mal sabia eu, o que ela previa. Dito e feito. O começo de 2020, estava eu vindo de mala e cuia para a Aldeia”, contou, dizendo que para tratar seu povo contra o Covid, sua avó fazia um chá de gergelim preto e caroço de algodão pilados.

Homens e Animais

Antes de iniciar a contação de histórias com Sairi Pataxó, Adriana Pesca fez reflexões para a compreensão das histórias do universo de seu povo e sua trajetória, e a importância de se desconstruir estas questões do que é fato, mito e contos.

“Essa cultura ocidental acaba colocando muito nas caixinhas o que é fábula, um conto e transforma todas as histórias em ficção. É importante desconstruir estas questões para entender as narrativas indígenas, que passam da oralidade para a escrita. A narrativa nos permite mais encanto, nos permite expressar sons e criar um espaço para o imaginário. A escrita perde grande parte dessas características”, declarou.

Adriana é poetisa e declamou ‘Memórias de um Povo’. Ela contou a história coletiva ‘Onça, Jupati e Macaco’ e uma história contada por sua mãe, que faz parte de sua infância.

Sairi concordou com Adriana e falou dos seres invisíveis e da catequização que trouxe o olhar ocidental para as histórias ancestrais as tratando como contos e mitos. “Em meu livro ‘Boitatá e Outros Casos de Índio’ eu relato histórias vivas, como da onça parda – animal não mais existente em nossa região; do Lobisomem; da Caipora; do Boitatá; a Sereia dos Lagos [Yemani] Sereia de Beira da Praia e a Janaína, de alto-mar, que são conhecidas por muitos de nossa região. Estes relatos vêm de nossos velhos – muitos já não estão mais aqui, mas vivem nas palavras e em seus descendentes”, declarou. Sairi ainda declamou um poema e leu um dos escritos de seu livro.

Participações

Na ocasião tivemos diversas participações mais que especiais: Miguel, filho de Adriana Pesca, leu a História ‘Mãe da Lua e Bacurau’; Valter Andrade, da Escola de Coroa Vermelha  recitou o poema  Terra Amada, produzida por ele; Júlia, também de Coroa Vermelha, declamou a poesia autoral ‘Amado Brasil’ e ainda teve ‘Festa no Céu’ contada pelo aluno Pedro, história repassada por seus ancestrais.

O Coletivo Muká Mukaú trouxe àreflexão o lixo nas praias – em especial, os resíduos plásticos (Crédito: Leo Barreto/ Festival Caju de Leitores) – Foto:Caju dia 4_LB(2)

O dia ainda contou com uma intervenção de Maria Rios, que fez os presentes dançarem ao som de Vermelho, na voz de Fafá de Belém.

O Coletivo Muká Mukaú trouxe como tema para a palestras, ‘A Oralidade e a Escrita para o Protagonismo Jovem em Ações Socioambientais’. Iniciado em 2015, o Coletivo realizou uma intervenção com rima e uma atividade com reflexões sobre o lixo nas praias, principalmente de resíduos plásticos. 

Um dos componentes do Coletivo, Gabriel Ribeiro, falou um pouco da participação do Muká Mukaú. “Aqui em Caraíva temos uma das representantes do coletivo a Janice, a articuladora de nossa presença no evento. Nosso maior incentivo é mostrar a participação da juventude dentro das causas ambientais e compartilhar com a população indígena, principais ativistas desta questão. A roda é sempre presente em nossos encontros e estar aqui absorvendo conhecimento do povo Pataxó e poder repassar essa vivência para outros é muito importante, principalmente neste ambiente rico de saber, em todas as áreas”, salientou, informando que o Coletivo tem apoio do Projeto Coral Vivo.

Reflexão

No encontro, os presentes foram convidados a escolher um dos objetos resgatados em redes de pesca e falar sobre sua impressão e sobre o que este trazia à memória. Além disso, trouxe a reflexão sobre o trajeto do produto até sua origem final – o leito do mar. A produtora cultural Alice Mendes pegou, entre os objetos, um brinquedo imitando uma concha.

“Na roda de reflexão, eu me identifiquei com uma concha de brinquedo, que remeteu às brincadeiras da infância na praia e ao hábito de pegar conchinhas. Não sabia, mas nessa época eu também intervia no ecossistema. Hoje ao invés de conchas, minha intervenção na praia é pegar o lixo deixado na areia”, disse a produtora que esteve apenas no último dia do Festival, mas acompanhou todo o evento pelas redes sociais.

Rede Oxe

Outra participação importante foi a Rede Oxe de Bibliotecas Comunitárias da Bahia. Na ocasião, os representantes falaram sobre a entidade que tem representante em Caraíva: Valéria Cardoso.

“Sou uma das pessoas que compõe a Associação da Biblioteca de Caraíva, sediando temporariamente a Escola Municipal da vila. Nossa função é fazer dos livros, um movimento de ocupação. Com isso, e com a demanda de alunos da Aldeia Xandó, entendeu-se que era preciso ter literatura afro e indígena. A entrada da biblioteca para Rede Oxe, nos trouxe mais livros e também a oportunidade de conhecer e participar dos editais”, comentou.

Boas notícias

A diretora da escola Nargela Carvalho também trouxe boas notícias para a Escola Indígena do Xandó: além de serem premiados com 40 títulos indígenas pelo Caju, a escola foi uma das três escolhidas para receber uma biblioteca itinerante.

Para finalizar o evento, a escritora Auritha Tabajara compôs uma canção e a apresentou aos presentes, emocionando muitas pessoas. Se existe alguma palavra para descrever o Festival e que ficou gravada na mente de todos foi Nitxi Awery [Muito Obrigado].

O Festival CAJU de Leitores é gratuito e tem patrocínio do Instituto Cultural Vale e da MMB Metals com incentivo da Lei Rouanet, Ministério da Cultura. Mais informações sobre o evento pelo site http://www.cajuleitores.com.br/e pelo Instagram @cajuleitores.

Mais recentes

Prefeitura de Eunápolis promove Feira da Saúde do Outubro Rosa no bairro Pequi

A Prefeitura de Eunápolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou nesta sexta-feira (23) uma Feira…

Bahia é contemplada com dez novas ambulâncias para reforçar serviço do SAMU e transporte de pacientes

Com recursos do Governo Federal, a Bahia ganhou mais um importante investimento para fortalecer e qualificar a…

Governo da Bahia participa do maior evento global de aviação em estratégia de captação de voos

O Routes World 2026, considerado o maior evento global de aviação, foi encerrado nesta sexta-feira (23), no…

IPCA-15 de Salvador desacelera e fica em 0,34% em outubro

Apesar da desaceleração, a taxa da Grande Salvador ficou ligeiramente acima da média brasileira, de 0,32%. O…

Impeachment de Moraes dependerá do comando do Senado e de uma maioria ainda não demonstrada

A perspectiva de Alexandre de Moraes assumir a presidência do Supremo Tribunal Federal em setembro de 2027…

Oralidade, ilustração e escrita coroamúltimo dia do Festival Caju de Leitores

Por MarcelloXarope
08/09/2023 - 18h50 - Atualizado 13 de setembro de 2023

Publicado em -

oxarope2noticia-11
Maria Rios foi uma das atrações doúltimo dia do Festival Caju de Leitores (Crédito: Leo Barreto/ Festival Caju deLeitores) – Foto: Caju dia 4_LB(1)

A oralidade, a ilustração e a escrita estiveram presentes no último dia do Festival Caju de Leitores. Na parte da manhã, os saberes ancestrais e as histórias passadas pelos avós e encantados encheram a memória e imaginação dos participantes.

A Pajé Japira Pataxó trouxe o conhecimento das matas, restingas, capoeiras e brejos para o Caju. Falou sobre os banhos e chás que aprendeu com a avó. Ela revelou sobre a ajuda dos espíritos ancestrais e em especial um encantado: Caipora – a mãe da mata – quem a ajudava a encontrar as mais de 130 ervas descritas em seu livro. 

“Aroeira, Pitanga, Alecrim, Almesca, Pinhão Roxo, Café Beirão, Jambolão, Casca de Mangaba, Carqueja, Fedegosão, Amora e o Jaborandi são alguns dos ‘matos’ que uso para os banhos e chás. Muita gente me procura para tratar suas dores. E, tal qual os remédios na farmácia, é preciso seguir a prescrição. Para os banhos sempre uso 3 ervas e a escolha delas depende do que vai ser curado”, revela a pajé.

Segredos

Japira também revelou alguns segredos da Floresta. “Antes de entrar na mata para a caça, os índios se preparam levando fumo de rolo para a Caipora cachimbar. Meu marido foi caçar na mata e se esqueceu de deixar o fumo para a guardiã dos animais e ‘se perdeu’. Depois de caminhar por um tempo em círculos, ele se lembrou da prenda para o encantado e pouco tempo depois, a estrada se abriu a sua frente. A Caipora tem o poder de se transformar em qualquer ser vivo: pássaro, bicho, gente, cavalo”, comentou, explicando que crianças pagãs, na mata, são levadas por este encantado.

Auritha Tabajara sente em dona Japira, a força de sua avó e ressaltou que os ensinamentos ancestrais ultrapassam o físico. Antes da Pandemia, Auritha esteve em sua Aldeia e na partida, sua avó perguntou se ela estaria pronta para ficar.

“Minha avó me perguntou se estava preparada para voltar de mala e cuia. Eu estava em um grande momento de minha carreira, com muitos eventos para mostrar nossa cultura e disse a ela que ainda tinha trabalho ‘na cidade’ para fazer. Lembro do olhar dela de quem dizia que eu estava enganada. Mal sabia eu, o que ela previa. Dito e feito. O começo de 2020, estava eu vindo de mala e cuia para a Aldeia”, contou, dizendo que para tratar seu povo contra o Covid, sua avó fazia um chá de gergelim preto e caroço de algodão pilados.

Homens e Animais

Antes de iniciar a contação de histórias com Sairi Pataxó, Adriana Pesca fez reflexões para a compreensão das histórias do universo de seu povo e sua trajetória, e a importância de se desconstruir estas questões do que é fato, mito e contos.

“Essa cultura ocidental acaba colocando muito nas caixinhas o que é fábula, um conto e transforma todas as histórias em ficção. É importante desconstruir estas questões para entender as narrativas indígenas, que passam da oralidade para a escrita. A narrativa nos permite mais encanto, nos permite expressar sons e criar um espaço para o imaginário. A escrita perde grande parte dessas características”, declarou.

Adriana é poetisa e declamou ‘Memórias de um Povo’. Ela contou a história coletiva ‘Onça, Jupati e Macaco’ e uma história contada por sua mãe, que faz parte de sua infância.

Sairi concordou com Adriana e falou dos seres invisíveis e da catequização que trouxe o olhar ocidental para as histórias ancestrais as tratando como contos e mitos. “Em meu livro ‘Boitatá e Outros Casos de Índio’ eu relato histórias vivas, como da onça parda – animal não mais existente em nossa região; do Lobisomem; da Caipora; do Boitatá; a Sereia dos Lagos [Yemani] Sereia de Beira da Praia e a Janaína, de alto-mar, que são conhecidas por muitos de nossa região. Estes relatos vêm de nossos velhos – muitos já não estão mais aqui, mas vivem nas palavras e em seus descendentes”, declarou. Sairi ainda declamou um poema e leu um dos escritos de seu livro.

Participações

Na ocasião tivemos diversas participações mais que especiais: Miguel, filho de Adriana Pesca, leu a História ‘Mãe da Lua e Bacurau’; Valter Andrade, da Escola de Coroa Vermelha  recitou o poema  Terra Amada, produzida por ele; Júlia, também de Coroa Vermelha, declamou a poesia autoral ‘Amado Brasil’ e ainda teve ‘Festa no Céu’ contada pelo aluno Pedro, história repassada por seus ancestrais.

O Coletivo Muká Mukaú trouxe àreflexão o lixo nas praias – em especial, os resíduos plásticos (Crédito: Leo Barreto/ Festival Caju de Leitores) – Foto:Caju dia 4_LB(2)

O dia ainda contou com uma intervenção de Maria Rios, que fez os presentes dançarem ao som de Vermelho, na voz de Fafá de Belém.

O Coletivo Muká Mukaú trouxe como tema para a palestras, ‘A Oralidade e a Escrita para o Protagonismo Jovem em Ações Socioambientais’. Iniciado em 2015, o Coletivo realizou uma intervenção com rima e uma atividade com reflexões sobre o lixo nas praias, principalmente de resíduos plásticos. 

Um dos componentes do Coletivo, Gabriel Ribeiro, falou um pouco da participação do Muká Mukaú. “Aqui em Caraíva temos uma das representantes do coletivo a Janice, a articuladora de nossa presença no evento. Nosso maior incentivo é mostrar a participação da juventude dentro das causas ambientais e compartilhar com a população indígena, principais ativistas desta questão. A roda é sempre presente em nossos encontros e estar aqui absorvendo conhecimento do povo Pataxó e poder repassar essa vivência para outros é muito importante, principalmente neste ambiente rico de saber, em todas as áreas”, salientou, informando que o Coletivo tem apoio do Projeto Coral Vivo.

Reflexão

No encontro, os presentes foram convidados a escolher um dos objetos resgatados em redes de pesca e falar sobre sua impressão e sobre o que este trazia à memória. Além disso, trouxe a reflexão sobre o trajeto do produto até sua origem final – o leito do mar. A produtora cultural Alice Mendes pegou, entre os objetos, um brinquedo imitando uma concha.

“Na roda de reflexão, eu me identifiquei com uma concha de brinquedo, que remeteu às brincadeiras da infância na praia e ao hábito de pegar conchinhas. Não sabia, mas nessa época eu também intervia no ecossistema. Hoje ao invés de conchas, minha intervenção na praia é pegar o lixo deixado na areia”, disse a produtora que esteve apenas no último dia do Festival, mas acompanhou todo o evento pelas redes sociais.

Rede Oxe

Outra participação importante foi a Rede Oxe de Bibliotecas Comunitárias da Bahia. Na ocasião, os representantes falaram sobre a entidade que tem representante em Caraíva: Valéria Cardoso.

“Sou uma das pessoas que compõe a Associação da Biblioteca de Caraíva, sediando temporariamente a Escola Municipal da vila. Nossa função é fazer dos livros, um movimento de ocupação. Com isso, e com a demanda de alunos da Aldeia Xandó, entendeu-se que era preciso ter literatura afro e indígena. A entrada da biblioteca para Rede Oxe, nos trouxe mais livros e também a oportunidade de conhecer e participar dos editais”, comentou.

Boas notícias

A diretora da escola Nargela Carvalho também trouxe boas notícias para a Escola Indígena do Xandó: além de serem premiados com 40 títulos indígenas pelo Caju, a escola foi uma das três escolhidas para receber uma biblioteca itinerante.

Para finalizar o evento, a escritora Auritha Tabajara compôs uma canção e a apresentou aos presentes, emocionando muitas pessoas. Se existe alguma palavra para descrever o Festival e que ficou gravada na mente de todos foi Nitxi Awery [Muito Obrigado].

O Festival CAJU de Leitores é gratuito e tem patrocínio do Instituto Cultural Vale e da MMB Metals com incentivo da Lei Rouanet, Ministério da Cultura. Mais informações sobre o evento pelo site http://www.cajuleitores.com.br/e pelo Instagram @cajuleitores.

Mais recentes

Prefeitura de Eunápolis promove Feira da Saúde do Outubro Rosa no bairro Pequi

A Prefeitura de Eunápolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou nesta sexta-feira (23) uma Feira da Saúde em alusão à campanha Outubro Rosa,…

Bahia é contemplada com dez novas ambulâncias para reforçar serviço do SAMU e transporte de pacientes

Com recursos do Governo Federal, a Bahia ganhou mais um importante investimento para fortalecer e qualificar a rede de atenção à saúde. Nesta terça-feira (23),…

Governo da Bahia participa do maior evento global de aviação em estratégia de captação de voos

O Routes World 2026, considerado o maior evento global de aviação, foi encerrado nesta sexta-feira (23), no espaço Messe, em Frankfurt, na Alemanha, após três…

IPCA-15 de Salvador desacelera e fica em 0,34% em outubro

Apesar da desaceleração, a taxa da Grande Salvador ficou ligeiramente acima da média brasileira, de 0,32%. O resultado nacional foi confirmado pelo IBGE, que também…

Impeachment de Moraes dependerá do comando do Senado e de uma maioria ainda não demonstrada

A perspectiva de Alexandre de Moraes assumir a presidência do Supremo Tribunal Federal em setembro de 2027 acrescenta peso político ao debate sobre o impeachment…

Com mais de 300 mil passageiros transportados, VLT de Salvador e RMS completa 100 dias de operação assistida

Considerado um marco histórico para a mobilidade de Salvador e da Região Metropolitana (RMS), o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), completou nesta quinta-feira (22), 100…

Setur-BA implanta nova sinalização turística em Salvador, que qualifica o destino

A Secretaria de Turismo do Estado (Setur-BA) iniciou, nesta semana, a implantação da nova sinalização turística em pontos atrativos de Salvador. O trabalho começou pelo…

Equipes de investigação cibernética vão monitorar o ambiente digital para identificar possíveis ameaças de crimes comuns e eleitorais

A Polícia Civil da Bahia, por meio do Departamento de Inteligência Policial (DIP), reforçará as ações de inteligência, monitoramento e análise de informações durante o…

Outubro Rosa: cuidar da mulher é prevenir, acolher e estar presente

Em uma programação dedicada à promoção da saúde, as equipes da Secretaria de Saúde realizaram ações de conscientização sobre a saúde da mulher, com foco…

Prospera MEI poderá alcançar 636 mil empreendedores na Bahia

O pacote chega a um público que enfrenta dificuldades para manter as obrigações em dia. Segundo dados da pesquisa Perfil do MEI, do Sebrae, reproduzidos…

Prefeitura de Eunápolis realiza escutas comunitárias para elaboração do Plano Municipal de Redução de Riscos

A Prefeitura de Eunápolis, por meio da Defesa Civil, realizou, na terça, quarta e quinta-feira, reuniões comunitárias que integram as etapas de elaboração do Plano…

Copa Guaiamum: mais de uma tonelada de alimentos é destinada à Ciranda da Vida e à Vila do Bem Viver

A Prefeitura de Porto Seguro, por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, realizou nesta quarta-feira, 21, a distribuição dos alimentos arrecadados durante a…

Deputada Cláudia Oliveira viabiliza ônibus escolares para Eunápolis, Itabela e Guaratinga

A deputada estadual Cláudia Oliveira participou, nesta quarta-feira (21), ao lado do governador Jerônimo Rodrigues, da entrega de novos ônibus escolares destinados aos municípios de…

Veracel abre inscrições para três oportunidades de emprego no Sul da Bahia

A Veracel Celulose está com inscrições abertas para três vagas de emprego voltadas ao público externo: Analista de Negócios de TI Sênior, Analista Ambiental Júnior…

Segurança fortalecida: governador entrega 48 novas viaturas à Polícia Militar e amplia proteção às mulheres

Durante a entrega simbólica de dez das 48 novas viaturas destinadas à Polícia Militar da Bahia (PMBA), nesta quarta-feira (21), o governador Jerônimo Rodrigues destacou…

Rolar para cima