Minha Casa, Minha Vida na Bahia alcança 108,9 mil moradias e consolida avanço habitacional no estado

Bahia contratou 108,9 mil residências pelo Minha Casa, Minha Vida entre 2023 e 2025, com investimento de R$ 13,6 bilhões. Entenda os impactos e os novos rumos do programa.

Por Murillo Vazquez
23/01/2026

Publicado em

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Bahia contratou 108,9 mil residências pelo Minha Casa, Minha Vida entre 2023 e 2025, com investimento de R$ 13,6 bilhões. Entenda os impactos e os novos rumos do programa.

Em Maceió, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva entregou chaves para quatro beneficiários do Minha Casa, Minha Vida e discursou sobre a urgência de zerar o déficit habitacional – Foto: Ricardo Stuckert / PR

Entre 2023 e 2025, a Bahia contratou 108,9 mil unidades habitacionais pelo programa Minha Casa, Minha Vida, com investimento de R$ 13,64 bilhões do Governo do Brasil. O resultado integra a marca nacional de 2,1 milhões de moradias contratadas, meta que seria alcançada apenas no fim de 2026 e foi antecipada em um ano.

Relançado em fevereiro de 2023, o Minha Casa, Minha Vida voltou a ser uma das principais políticas públicas de habitação do país. Na Bahia, o programa colocou o estado entre os seis com maior número de contratos no período, ao lado de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Goiás.

Em nível nacional, o investimento federal ultrapassou R$ 317,78 bilhões entre 2023 e 2025. A superação da meta de 2 milhões de unidades foi celebrada em solenidade realizada em Maceió, no dia 23 de janeiro, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro das Cidades, Jader Filho. Na ocasião, 1.337 moradias foram entregues.

Para milhares de famílias baianas, o acesso à casa própria representa mais do que um imóvel. Significa segurança, dignidade e estabilidade social. Os conjuntos habitacionais contratados pelo programa contam com infraestrutura básica, como ruas pavimentadas, redes de água e esgoto, drenagem, energia elétrica e iluminação pública.

Na prática, o impacto também se estende à economia. A construção civil movimenta a cadeia produtiva, gera empregos diretos e indiretos e aquece o setor imobiliário, especialmente em municípios de médio e pequeno porte.

O que chama atenção é como a política habitacional deixa de ser apenas um número em planilhas oficiais e passa a ser um elemento visível no cotidiano das cidades, mudando bairros, ampliando serviços públicos e criando novos polos urbanos.

De acordo com dados do Governo do Brasil, as 2,1 milhões de unidades contratadas em todo o país beneficiam cerca de 8,4 milhões de pessoas nas cinco regiões.

O Nordeste aparece como a segunda região com maior número de contratos, somando 557,3 mil unidades e R$ 68,62 bilhões em investimentos. No recorte estadual, a Bahia registra 108,9 mil unidades e R$ 13,65 bilhões aplicados.

O programa também passou por reformulações legais em 2023, com a conversão da Medida Provisória nº 1.162 na Lei nº 14.620. As mudanças ampliaram o apoio às famílias de baixa renda e priorizaram a Faixa 1, que atende quem recebe até R$ 2.850 por mês, com subsídio de até 95 por cento do valor do imóvel. O modelo foi estendido até a criação de uma faixa voltada à classe média, com renda mensal de até R$ 12 mil.

Enquanto os números impressionam em Brasília, o efeito real do programa se sente nos bairros e nas periferias. Cada unidade contratada representa uma família que sai do aluguel ou da informalidade e passa a ter um endereço fixo, com acesso a serviços básicos e mais previsibilidade no dia a dia.

Ao mesmo tempo, o crescimento do setor imobiliário mostra como políticas públicas bem direcionadas conseguem impulsionar a economia. Em 2025, o volume de lançamentos no país cresceu mais de 34 por cento, puxado principalmente pelas unidades ligadas ao Minha Casa, Minha Vida.

A questão que fica é como garantir que esse ritmo seja sustentável, mantendo qualidade nas construções, acesso justo ao crédito e planejamento urbano que acompanhe o crescimento das cidades.

Com mais de 108 mil moradias contratadas na Bahia, o Minha Casa, Minha Vida consolida o estado como um dos principais eixos da política habitacional no país. A antecipação da meta nacional mostra força no investimento público e reforça o desafio de transformar volume em qualidade de vida, para que cada casa entregue seja também um passo concreto rumo ao desenvolvimento social.

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Bahia contratou 108,9 mil residências pelo Minha Casa, Minha Vida entre 2023 e 2025, com investimento de R$ 13,6 bilhões. Entenda os impactos e os novos rumos do programa.

Por Murillo Vazquez
23/01/2026 - 18h14 - Atualizado 23 de janeiro de 2026

Publicado em

oXarope noticia 230126001governofederal1

Bahia contratou 108,9 mil residências pelo Minha Casa, Minha Vida entre 2023 e 2025, com investimento de R$ 13,6 bilhões. Entenda os impactos e os novos rumos do programa.

Em Maceió, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva entregou chaves para quatro beneficiários do Minha Casa, Minha Vida e discursou sobre a urgência de zerar o déficit habitacional – Foto: Ricardo Stuckert / PR

Entre 2023 e 2025, a Bahia contratou 108,9 mil unidades habitacionais pelo programa Minha Casa, Minha Vida, com investimento de R$ 13,64 bilhões do Governo do Brasil. O resultado integra a marca nacional de 2,1 milhões de moradias contratadas, meta que seria alcançada apenas no fim de 2026 e foi antecipada em um ano.

Relançado em fevereiro de 2023, o Minha Casa, Minha Vida voltou a ser uma das principais políticas públicas de habitação do país. Na Bahia, o programa colocou o estado entre os seis com maior número de contratos no período, ao lado de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Goiás.

Em nível nacional, o investimento federal ultrapassou R$ 317,78 bilhões entre 2023 e 2025. A superação da meta de 2 milhões de unidades foi celebrada em solenidade realizada em Maceió, no dia 23 de janeiro, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro das Cidades, Jader Filho. Na ocasião, 1.337 moradias foram entregues.

Para milhares de famílias baianas, o acesso à casa própria representa mais do que um imóvel. Significa segurança, dignidade e estabilidade social. Os conjuntos habitacionais contratados pelo programa contam com infraestrutura básica, como ruas pavimentadas, redes de água e esgoto, drenagem, energia elétrica e iluminação pública.

Na prática, o impacto também se estende à economia. A construção civil movimenta a cadeia produtiva, gera empregos diretos e indiretos e aquece o setor imobiliário, especialmente em municípios de médio e pequeno porte.

O que chama atenção é como a política habitacional deixa de ser apenas um número em planilhas oficiais e passa a ser um elemento visível no cotidiano das cidades, mudando bairros, ampliando serviços públicos e criando novos polos urbanos.

De acordo com dados do Governo do Brasil, as 2,1 milhões de unidades contratadas em todo o país beneficiam cerca de 8,4 milhões de pessoas nas cinco regiões.

O Nordeste aparece como a segunda região com maior número de contratos, somando 557,3 mil unidades e R$ 68,62 bilhões em investimentos. No recorte estadual, a Bahia registra 108,9 mil unidades e R$ 13,65 bilhões aplicados.

O programa também passou por reformulações legais em 2023, com a conversão da Medida Provisória nº 1.162 na Lei nº 14.620. As mudanças ampliaram o apoio às famílias de baixa renda e priorizaram a Faixa 1, que atende quem recebe até R$ 2.850 por mês, com subsídio de até 95 por cento do valor do imóvel. O modelo foi estendido até a criação de uma faixa voltada à classe média, com renda mensal de até R$ 12 mil.

Enquanto os números impressionam em Brasília, o efeito real do programa se sente nos bairros e nas periferias. Cada unidade contratada representa uma família que sai do aluguel ou da informalidade e passa a ter um endereço fixo, com acesso a serviços básicos e mais previsibilidade no dia a dia.

Ao mesmo tempo, o crescimento do setor imobiliário mostra como políticas públicas bem direcionadas conseguem impulsionar a economia. Em 2025, o volume de lançamentos no país cresceu mais de 34 por cento, puxado principalmente pelas unidades ligadas ao Minha Casa, Minha Vida.

A questão que fica é como garantir que esse ritmo seja sustentável, mantendo qualidade nas construções, acesso justo ao crédito e planejamento urbano que acompanhe o crescimento das cidades.

Com mais de 108 mil moradias contratadas na Bahia, o Minha Casa, Minha Vida consolida o estado como um dos principais eixos da política habitacional no país. A antecipação da meta nacional mostra força no investimento público e reforça o desafio de transformar volume em qualidade de vida, para que cada casa entregue seja também um passo concreto rumo ao desenvolvimento social.

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