investimentos do Novo PAC Saúde para ampliar atendimento na Bahia.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa nesta sexta-feira, 6 de fevereiro, em Salvador, da cerimônia de entrega de ambulâncias do SAMU e equipamentos do Novo PAC Saúde. O pacote soma R$ 345 milhões e promete impactar diretamente o atendimento à saúde em centenas de municípios baianos.
A agenda acontece no Parque de Exposições Agropecuárias e marca um dos maiores investimentos recentes na área da saúde no estado da Bahia. A iniciativa faz parte do Novo PAC Saúde, programa do governo federal voltado à expansão da infraestrutura, modernização de unidades e fortalecimento do SUS.
Ao todo, serão entregues 107 novas ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, além de Unidades Odontológicas Móveis, kits de telessaúde e equipamentos cirúrgicos e hospitalares.
O impacto vai além dos números. A chegada de novas ambulâncias e equipamentos significa mais agilidade no socorro, ampliação de cirurgias e melhora na atenção básica. Para mim, o que mais chama atenção é como investimentos técnicos acabam se traduzindo em algo simples e essencial, menos espera, mais dignidade e mais vidas atendidas a tempo.
Entre os destaques estão:
- 10 combos cirúrgicos para cirurgias gerais e oftalmológicas
- 1.030 combos de equipamentos para UBS em 402 municípios
- 32 Unidades Odontológicas Móveis
- 575 kits de telessaúde
Segundo o governo federal, essas ações também integram o programa Agora Tem Especialistas, do Ministério da Saúde, que busca reduzir filas por exames e cirurgias no SUS. Prefeitos e gestores municipais avaliam que os equipamentos aliviam gargalos históricos, especialmente em regiões mais afastadas dos grandes centros.
Além das entregas, serão assinadas ordens de serviço para a construção de três novas policlínicas nos municípios de Ibotiramã, Ipirá e Seabra.
A presença de Lula em Salvador reforça o peso político e simbólico do investimento. Com R$ 345 milhões destinados à saúde, a Bahia dá um passo importante para ampliar o acesso e reduzir desigualdades regionais. Agora, a expectativa da população é que esses recursos se transformem em atendimento real e constante no dia a dia.

















