1678540344banner-970x90-bello.png

Traduções incorretas fazem com que 40% dos brasileiros desistam de comprar de empresas estrangeiras online

Novo relatório da Sherlock Communications aponta que 4 em cada 10 pessoas evitaram clicar em anúncios on-line devido a traduções imperfeitas para o seu idioma nativo

Por Marcelo oXarope
05/02/2024

Publicado em

oXarope1050224noticia-1

 

Com cerca de 300 milhões de compradores on-line, a América Latina está rapidamente se tornando uma das regiões mais promissoras do mundo para empresas internacionais de comércio eletrônico. No entanto, um estudo recente da Sherlock Communications, realizado em seis países da região, concluiu que estas mesmas empresas estrangeiras podem perder dinheiro simplesmente por desconsiderar o poder das palavras. Apenas 5% em toda a América Latina disseram que erros de comunicação, incluindo traduções ruins, uma mistura de mais de um idioma e informações ou imagens com erros ou representações culturais incorretas, não afetariam sua opinião sobre uma empresa internacional. 

O Relatório “Papo Furado – Como erros de comunicação impactam nas vendas na América Latina, analisa em profundidade como os erros de comunicação online podem ter um impacto direto nas vendas. A equipe de pesquisa da Sherlock Communications entrevistou mais de 3.100 participantes na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru, fornecendo insights sobre as preferências dos consumidores e o impacto da comunicação nas decisões de compra online. 

A pesquisa descobriu que 77% de todos os entrevistados na América Latina desistiram de comprar de empresas internacionais devido a mensagens inadequadas nos sites, incluindo traduções automáticas, imagens não representativas e outros erros evitáveis. 

Somente no Brasil, 40% dos consumidores disseram que desistiriam de uma compra online devido a traduções ruins para o português. Quando questionados sobre como se sentiram em relação às empresas após os problemas no site, afirmaram que: perderam a confiança na empresa em questão (43%); sentiram medo de ser um golpe (40%); compraram do concorrente (27%); alertaram aos amigos para não realizarem compras no e-commerce (11%).

Nos seis países pesquisados, as pessoas comentaram gastar uma média de US$ 587 por ano em compras online, com os brasileiros ultrapassando a tendência com um gasto digital anual de US$ 656. No entanto, as traduções inadequadas podem afetar esses ganhos no lado dos comerciantes: donos de e-commerce internacionais afirmaram que perderam, em média, US$ 154 por pessoa, simplesmente porque o site não era suficientemente adequado.

No Brasil, um país com 87,8 milhões de consumidores virtuais, o faturamento do e-commerce no Brasil em 2023 foi de R$ 185,7 bilhões, enquanto em 2022, foram R$ 169,59 bilhões faturados, segundo dados da Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico. O Ticket Médio foi de R$ 470,00 (um crescimento de 2% em relação ao ano anterior), sendo 395 milhões de pedidos. O perfil dos compradores brasileiros são mulheres, da região Sudeste, que em sua maioria realizam compras pelo celular.

Uma recompensa à confiança
O impacto dos erros de comunicação é sentido em vários setores, porém, as seções de moda são as mais impactadas: 28% dos entrevistados latino-americanos decidiram não comprar em seus sites. Enquanto 18% informaram não comprar em sites de varejo e 16% em sites de saúde e beleza. 

E as traduções também mostram impactos na imagem e reputação das empresas. Quando os brasileiros notam erros de comunicação em um artigo online, 30% comunicaram que não confiariam no artigo ou na empresa mencionada nele, enquanto 8% se sentiram insultados. 

Anúncios e resultados de pesquisa
Antes mesmo de os consumidores chegarem ao site de um varejista on-line, eles normalmente encontram as empresas internacionais por meio de anúncios e resultados de pesquisa on-line. Quatro em cada cinco dos entrevistados (79%) em toda a América Latina relataram evitar clicar em anúncios de empresas internacionais devido à mensagens inadequadas, enquanto 37% não acessaram anúncios que empregavam traduções de má qualidade para a sua língua nativa, porque suspeitavam que poderia ser uma fraude. Esta opinião foi mais forte no Chile, onde 42% dos entrevistados disseram que já haviam decidido não clicar quando perceberam que as traduções para o espanhol não eram perfeitas – no Brasil, esse mesmo grupo corresponde a 36%. 

Quando se trata de resultados de mecanismos de pesquisa, o relacionamento com o consumidor é igualmente frágil. As primeiras impressões têm um grande peso e os erros de comunicação são um desestímulo. Quatro em cada cinco (79%) latino-americanos decidiram não clicar num resultado em buscadores de pesquisa ou nas redes sociais quando procuravam por um produto ou serviço – no valor médio de 160 dólares devido a falhas nas mensagens.

Para os brasileiros, as principais motivações para não clicarem e crerem nos resultados obtidos com as pesquisa on-line foi por não confiarem na má qualidade da tradução para português (28%) e pelo fato dos valores serem exibidos em outras moedas que não o Real (26%). De forma geral, a pesquisa apontou que um ponto desagradável para os consumidores latino-americanos ao revisar os resultados de motores de busca foi a publicação de preços em moedas que não eram locais. Empresas internacionais devem entender que a maioria das pessoas na América Latina deseja saber o preço de um produto ou serviço na moeda local e não querem o trabalho extra de calcular o preço. 

A localização supera as traduções on-line
Exclusivamente em uma região repleta de nuances linguísticas, o Google Tradutor não é suficiente. Para ecoar junto aos consumidores latino-americanos, as empresas internacionais devem adotar a localização. Tradutores nativos, que entendem gírias populares e outras peculiaridades culturais, são essenciais para evitar situações embaraçosas. Basta recordar a estreia do Ford Pinto no Brasil, em meados dos anos 70, para avaliar os riscos associados ao uso de palavras sem o contexto local – embora o Pinto fosse popular nos EUA, poucos brasileiros queriam dirigir um carro que tivesse o nome da gíria, em português, para a genitália masculina. 

Compreender a diversidade linguística na região é crucial. A maioria das empresas sabe que o espanhol não é a única língua da América do Sul, mas poucos reconhecem que o português não é a única alternativa. A América Latina abriga quase 250 idiomas e dialetos, de acordo com estimativa recente do Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL) – investir em línguas locais pode diferenciar uma empresa dos concorrentes. 

Patrick O’Neill, sócio-gerente da Sherlock Communications, disse: “É difícil  mensurar a importância do idioma nesta região. As empresas que tentam improvisar usando um tradutor não nativo ou – pior – IA estão fadadas ao fracasso. Como mostra o nosso último relatório, os consumidores da região são implacáveis quando se trata de erros evitáveis e comunicações insuficientes. É por isso que sempre recomendamos às empresas internacionais que invistam em especialistas locais que não apenas traduzem, mas interpretem e compreendam as nuances culturais.”

As conclusões do relatório “Papo Furado” na América Latina demonstram que, num cenário de e-commerce em constante crescimento, as empresas que dão prioridade à comunicação eficaz e à compreensão cultural terão uma probabilidade muito maior de prosperar na América Latina. Ao respeitar as línguas locais e celebrar a diversidade de dialetos e culturas regionais, as empresas internacionais podem criar ligações duradouras com os consumidores latino-americanos.


Marina Baldocchi
1678540344banner-970x90-bello.png

Mais recentes

Expectativa por ata do Fed e retorno do mercado chinês deixam dólar volátil

Dólar abre em leve queda nesta segunda-feira, com mercado a espera da Ata da última reunião do…

Marvel ou DC? Nenhum! Herói brasileiro desafia narrativas mainstream

Esqueça Homem-Aranha e Batman. Em “O Cidadão Incomum”, os brasileiros agora têm um super-herói que vive dilemas…

Faturamento de exportações da piscicultura brasileira cresce 4% em 2023

As exportações da piscicultura brasileira atingiram U$S 24,7 milhões, em 2023, com aumento de 4% em comparação…

Fraudes no carnaval: Como o e-commerce pode se prevenir dos golpes mais comuns?

Mesmo tendo como tônica a folia, o Carnaval também é um período de grande movimentação no e-commerce….

Traduções incorretas fazem com que 40% dos brasileiros desistam de comprar de empresas estrangeiras online

  Com cerca de 300 milhões de compradores on-line, a América Latina está rapidamente se tornando uma…

Traduções incorretas fazem com que 40% dos brasileiros desistam de comprar de empresas estrangeiras online

Novo relatório da Sherlock Communications aponta que 4 em cada 10 pessoas evitaram clicar em anúncios on-line devido a traduções imperfeitas para o seu idioma nativo

Por Marcelo oXarope
05/02/2024 - 11h57 - Atualizado há 2 semanas

Publicado em

oXarope1050224noticia-1

 

Com cerca de 300 milhões de compradores on-line, a América Latina está rapidamente se tornando uma das regiões mais promissoras do mundo para empresas internacionais de comércio eletrônico. No entanto, um estudo recente da Sherlock Communications, realizado em seis países da região, concluiu que estas mesmas empresas estrangeiras podem perder dinheiro simplesmente por desconsiderar o poder das palavras. Apenas 5% em toda a América Latina disseram que erros de comunicação, incluindo traduções ruins, uma mistura de mais de um idioma e informações ou imagens com erros ou representações culturais incorretas, não afetariam sua opinião sobre uma empresa internacional. 

O Relatório “Papo Furado – Como erros de comunicação impactam nas vendas na América Latina, analisa em profundidade como os erros de comunicação online podem ter um impacto direto nas vendas. A equipe de pesquisa da Sherlock Communications entrevistou mais de 3.100 participantes na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru, fornecendo insights sobre as preferências dos consumidores e o impacto da comunicação nas decisões de compra online. 

A pesquisa descobriu que 77% de todos os entrevistados na América Latina desistiram de comprar de empresas internacionais devido a mensagens inadequadas nos sites, incluindo traduções automáticas, imagens não representativas e outros erros evitáveis. 

Somente no Brasil, 40% dos consumidores disseram que desistiriam de uma compra online devido a traduções ruins para o português. Quando questionados sobre como se sentiram em relação às empresas após os problemas no site, afirmaram que: perderam a confiança na empresa em questão (43%); sentiram medo de ser um golpe (40%); compraram do concorrente (27%); alertaram aos amigos para não realizarem compras no e-commerce (11%).

Nos seis países pesquisados, as pessoas comentaram gastar uma média de US$ 587 por ano em compras online, com os brasileiros ultrapassando a tendência com um gasto digital anual de US$ 656. No entanto, as traduções inadequadas podem afetar esses ganhos no lado dos comerciantes: donos de e-commerce internacionais afirmaram que perderam, em média, US$ 154 por pessoa, simplesmente porque o site não era suficientemente adequado.

No Brasil, um país com 87,8 milhões de consumidores virtuais, o faturamento do e-commerce no Brasil em 2023 foi de R$ 185,7 bilhões, enquanto em 2022, foram R$ 169,59 bilhões faturados, segundo dados da Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico. O Ticket Médio foi de R$ 470,00 (um crescimento de 2% em relação ao ano anterior), sendo 395 milhões de pedidos. O perfil dos compradores brasileiros são mulheres, da região Sudeste, que em sua maioria realizam compras pelo celular.

Uma recompensa à confiança
O impacto dos erros de comunicação é sentido em vários setores, porém, as seções de moda são as mais impactadas: 28% dos entrevistados latino-americanos decidiram não comprar em seus sites. Enquanto 18% informaram não comprar em sites de varejo e 16% em sites de saúde e beleza. 

E as traduções também mostram impactos na imagem e reputação das empresas. Quando os brasileiros notam erros de comunicação em um artigo online, 30% comunicaram que não confiariam no artigo ou na empresa mencionada nele, enquanto 8% se sentiram insultados. 

Anúncios e resultados de pesquisa
Antes mesmo de os consumidores chegarem ao site de um varejista on-line, eles normalmente encontram as empresas internacionais por meio de anúncios e resultados de pesquisa on-line. Quatro em cada cinco dos entrevistados (79%) em toda a América Latina relataram evitar clicar em anúncios de empresas internacionais devido à mensagens inadequadas, enquanto 37% não acessaram anúncios que empregavam traduções de má qualidade para a sua língua nativa, porque suspeitavam que poderia ser uma fraude. Esta opinião foi mais forte no Chile, onde 42% dos entrevistados disseram que já haviam decidido não clicar quando perceberam que as traduções para o espanhol não eram perfeitas – no Brasil, esse mesmo grupo corresponde a 36%. 

Quando se trata de resultados de mecanismos de pesquisa, o relacionamento com o consumidor é igualmente frágil. As primeiras impressões têm um grande peso e os erros de comunicação são um desestímulo. Quatro em cada cinco (79%) latino-americanos decidiram não clicar num resultado em buscadores de pesquisa ou nas redes sociais quando procuravam por um produto ou serviço – no valor médio de 160 dólares devido a falhas nas mensagens.

Para os brasileiros, as principais motivações para não clicarem e crerem nos resultados obtidos com as pesquisa on-line foi por não confiarem na má qualidade da tradução para português (28%) e pelo fato dos valores serem exibidos em outras moedas que não o Real (26%). De forma geral, a pesquisa apontou que um ponto desagradável para os consumidores latino-americanos ao revisar os resultados de motores de busca foi a publicação de preços em moedas que não eram locais. Empresas internacionais devem entender que a maioria das pessoas na América Latina deseja saber o preço de um produto ou serviço na moeda local e não querem o trabalho extra de calcular o preço. 

A localização supera as traduções on-line
Exclusivamente em uma região repleta de nuances linguísticas, o Google Tradutor não é suficiente. Para ecoar junto aos consumidores latino-americanos, as empresas internacionais devem adotar a localização. Tradutores nativos, que entendem gírias populares e outras peculiaridades culturais, são essenciais para evitar situações embaraçosas. Basta recordar a estreia do Ford Pinto no Brasil, em meados dos anos 70, para avaliar os riscos associados ao uso de palavras sem o contexto local – embora o Pinto fosse popular nos EUA, poucos brasileiros queriam dirigir um carro que tivesse o nome da gíria, em português, para a genitália masculina. 

Compreender a diversidade linguística na região é crucial. A maioria das empresas sabe que o espanhol não é a única língua da América do Sul, mas poucos reconhecem que o português não é a única alternativa. A América Latina abriga quase 250 idiomas e dialetos, de acordo com estimativa recente do Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL) – investir em línguas locais pode diferenciar uma empresa dos concorrentes. 

Patrick O’Neill, sócio-gerente da Sherlock Communications, disse: “É difícil  mensurar a importância do idioma nesta região. As empresas que tentam improvisar usando um tradutor não nativo ou – pior – IA estão fadadas ao fracasso. Como mostra o nosso último relatório, os consumidores da região são implacáveis quando se trata de erros evitáveis e comunicações insuficientes. É por isso que sempre recomendamos às empresas internacionais que invistam em especialistas locais que não apenas traduzem, mas interpretem e compreendam as nuances culturais.”

As conclusões do relatório “Papo Furado” na América Latina demonstram que, num cenário de e-commerce em constante crescimento, as empresas que dão prioridade à comunicação eficaz e à compreensão cultural terão uma probabilidade muito maior de prosperar na América Latina. Ao respeitar as línguas locais e celebrar a diversidade de dialetos e culturas regionais, as empresas internacionais podem criar ligações duradouras com os consumidores latino-americanos.


Marina Baldocchi
1

Mais recentes

Expectativa por ata do Fed e retorno do mercado chinês deixam dólar volátil

Dólar abre em leve queda nesta segunda-feira, com mercado a espera da Ata da última reunião do Fed, em dia de liquidez reduzida nos Estados…

Marvel ou DC? Nenhum! Herói brasileiro desafia narrativas mainstream

Esqueça Homem-Aranha e Batman. Em “O Cidadão Incomum”, os brasileiros agora têm um super-herói que vive dilemas e alegrias da vida real. No enredo, Caliel…

Faturamento de exportações da piscicultura brasileira cresce 4% em 2023

As exportações da piscicultura brasileira atingiram U$S 24,7 milhões, em 2023, com aumento de 4% em comparação a 2022. Em toneladas, foi registrada queda de…

Fraudes no carnaval: Como o e-commerce pode se prevenir dos golpes mais comuns?

Mesmo tendo como tônica a folia, o Carnaval também é um período de grande movimentação no e-commerce. Isso porque os foliões querem garantir espaço nas…

Traduções incorretas fazem com que 40% dos brasileiros desistam de comprar de empresas estrangeiras online

  Com cerca de 300 milhões de compradores on-line, a América Latina está rapidamente se tornando uma das regiões mais promissoras do mundo para empresas…

Inscrições para Prouni terminam nesta quinta-feira (1º); saiba como participar

Resultado da primeira chamada será divulgado no dia 6 de fevereiro As inscrições para o Programa Universidade para Todos (Prouni) podem ser feitas até esta…

Frustração e ansiedade diante do diagnóstico de infertilidade são motivo de depressão, principalmente em mulheres

Os meses passam e a gravidez não chega… Dar o passo de procurar profissionais de fertilidade não é fácil para muitas pessoas, pois elas temem…

Cenário Político Desolador: a cidade afunda nas águas da corrupção

O colapso político da cidade, mergulhada em um cenário desolador, corroída pela corrupção. Se torna um desafio enfrentado pela comunidade e a urgente necessidade de…

 Para especialista, aumento de 3,71% do benefício do INSS não faz frente à realidade econômica

Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ganham acima de um salário mínimo terão os benefícios reajustados em 3,71%, em 2024….

Guerra prolongada em Israel trará custos financeiros e políticos enormes e nenhum lado vai ganhar com isso

Escalada do conflito só vai causar instabilidade mundial, dizem os especialistas Emanuel Pessoa e Gisele Souza (ESAMC Santos) Em longo prazo, a continuidade dos combates…

Desafios legais na responsabilização de páginas que divulgam fake news nas redes sociais

De acordo com o advogado Fábio F. Chaim, a disseminação de notícias falsas pode resultar em responsabilização civil e criminal A disseminação de informações falsas…

Vida e Morte Descobertas

poesia, Marco Jardim

Ano novo: Viva e deixe Viver!

Ao iniciarmos o Ano-Novo, cuja palavra veio do francês e significa “despertar” ou “acordar”, em referência à nova etapa de vida que se inicia, é…

Veja top 5 das cidades que mais ganharam participação no PIB do Brasil

Quatro dos cinco municípios estão no estado do Rio de Janeiro. Cidade “intrusa” fica em São Paulo. Em comum, eles tiveram arrecadação elevada com royalties…

Réveillon e Ano Novo

O Réveillon e o Ano-Novo são datas comemorativas de final e início de ano e remetem a comemorações diferentes. Ano-Novo e Réveillon são as comemorações…

Rolar para cima