MEC Enem supera 1,1 milhão de alunos; Bahia é 3ª em cadastros

MEC Enem supera 1,1 milhão de usuários, com 66,8 mil na Bahia. Veja como usar a plataforma gratuita para estudar, fazer simulados e treinar redação.

Por Redação Oxarope
28/10/2026

Publicado em - -

NOTICIA_OXAROPE_02_2281026_5

A preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ganhou uma ferramenta que já entrou na rotina de mais de 1,1 milhão de estudantes brasileiros. Segundo balanço divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta quarta-feira (28), a plataforma gratuita MEC Enem alcançou 1.112.187 cadastros em todo o país. A Bahia aparece em terceiro lugar entre os estados, com 66.840 usuários, enquanto o Nordeste lidera a participação regional. Secretaria de Comunicação Social+1

A ferramenta foi desenvolvida para ajudar estudantes a se prepararem para o Enem sem precisar pagar por cursos particulares ou plataformas de exercícios.

O levantamento do MEC, com dados acumulados até outubro de 2026, mostra que o serviço já está presente nas 27 unidades da Federação e reúne milhões de atividades realizadas.

Entre os 717.742 estudantes que informaram seu estado no cadastro, o Nordeste concentra 257.400 usuários, equivalentes a 35,9% desse grupo. O Sudeste aparece logo atrás, com 255.080 estudantes, ou 35,5%.

O Norte responde por 10,9%, o Sul por 10,2% e o Centro-Oeste por 7,5%.

É uma liderança apertada, mas significativa. O Nordeste, historicamente marcado por diferenças de renda e de acesso aos recursos educacionais, aparece à frente na utilização de uma ferramenta pública de preparação para o exame.

Os percentuais regionais consideram apenas os estudantes que informaram a localização, e não todos os 1,1 milhão de cadastrados.

Bahia ocupa terceiro lugar no ranking nacional

Estados com mais estudantes cadastrados

Cadastros com unidade da Federação identificada, outubro de 2026

035.00070.000105.000140.000São PauloMinas GeraisBahiaRio de JaneiroParáPernambucoCeará

Fonte: Ministério da Educação. Os números são absolutos e não consideram diferenças na população estudantil de cada estado.

São Paulo lidera o ranking nacional, com 116.889 cadastros, seguido por Minas Gerais, com 68.369. A Bahia ocupa a terceira posição, à frente de estados como Rio de Janeiro, Pará e Pernambuco.

O desempenho baiano revela uma procura expressiva pela plataforma. Mas também chama atenção para uma questão importante: o acesso ao recurso precisa chegar aos estudantes das pequenas cidades e das comunidades rurais, onde nem sempre há internet de qualidade ou estrutura adequada para estudar.

Pra quem está terminando o ensino médio, a preparação para o Enem costuma dividir espaço com uma série de preocupações. Há estudantes que trabalham, ajudam nas despesas de casa ou precisam conciliar aulas regulares com longos deslocamentos.

Nesse cenário, uma plataforma gratuita pode ampliar as possibilidades de estudo.

O MEC Enem reúne provas oficiais anteriores, questões organizadas por conteúdo, simulados, materiais de apoio e trilhas de aprendizagem que ajudam o usuário a identificar os assuntos em que precisa melhorar.

A ferramenta também oferece correção automatizada de redações e aulas de reforço personalizadas conforme o desempenho.

Os números mostram que a procura vai além do cadastro inicial.

Questões respondidas

31,5 milhões

Redações enviadas

1,6 milhão

Simulados realizados

1,3 milhão

Aulas de reforço geradas

1,5 milhão

O sistema também contabiliza 8,4 milhões de atividades de estudo concluídas desde o início da operação.

Em média, foram respondidas aproximadamente 28 questões por estudante cadastrado.

Isso mostra uma movimentação considerável, embora também indique que há espaço para estimular um uso mais frequente da ferramenta.

O que chama atenção é a possibilidade de um aluno de escola pública, mesmo sem dinheiro para pagar um cursinho, encontrar exercícios e orientação para organizar seus estudos.

Não resolve todas as desigualdades educacionais. Mas pode ajudar a reduzir uma parte delas.

Um dos resultados mais interessantes do levantamento aparece na produção de redações.

Entre 56.876 estudantes que tiveram pelo menos duas redações corrigidas, a média passou de 586 pontos na primeira produção para 630,5 pontos na última.

O aumento foi de aproximadamente 44,4 pontos.

Entre os estudantes que concluíram 20 ou mais aulas de reforço, o ganho médio chegou a 67,9 pontos. Já no grupo que não concluiu nenhuma aula, o avanço médio foi de 44,4 pontos.

Há, porém, uma diferença que precisa entrar nessa análise: os estudantes que mais utilizaram o reforço partiram de uma nota inicial menor, de 549 pontos, enquanto aqueles que não utilizaram o recurso começaram com média de 586.

Por isso, os resultados indicam uma associação entre a utilização das ferramentas e a melhora no desempenho, mas não permitem afirmar que as aulas, isoladamente, provocaram o aumento das notas. JC

Mais de 7 mil redações receberam nota máxima na ferramenta

Outro dado destacado pelo MEC é o número de textos que alcançaram pontuações elevadas na correção automatizada.

Desde o início da operação, 7.356 redações receberam nota 1.000 pela plataforma. Outras 26.410 ultrapassaram os 900 pontos.

Entre as 279.569 redações com correção finalizada e pontuação atribuída nas cinco competências avaliadas, 113.798 alcançaram pelo menos 700 pontos.

É um resultado relevante para acompanhar a evolução dos estudantes, mas existe uma ressalva: a nota produzida pelo sistema automatizado não equivale à nota oficial do Enem, que segue critérios e procedimentos próprios de correção.

O valor da ferramenta está principalmente na oportunidade de praticar, receber orientações e reescrever os textos antes da prova.

Matemática e Ciências da Natureza concentram dificuldades

O levantamento também permite observar em quais áreas do conhecimento os estudantes enfrentam mais problemas.

Área do conhecimentoMédia de acertos
Ciências Humanas54,9%
Matemática45,3%
Ciências da Natureza42,3%

Ciências da Natureza apresentou o menor percentual médio de acertos, seguida por Matemática.

Na redação, a Competência 3, que avalia a seleção, organização e desenvolvimento de argumentos, teve a menor média, de 91,8 pontos em um total possível de 200.

A Competência 5, relacionada à proposta de intervenção para o problema discutido, apresentou a maior média, de 149,6 pontos.

Esses números ajudam a mostrar onde os estudantes precisam concentrar atenção na reta final de preparação.

O crescimento do MEC Enem mostra que existe demanda por recursos gratuitos de preparação para o ensino superior.

A posição da Bahia, com quase 67 mil usuários cadastrados, merece atenção, especialmente por se tratar de um estado com grandes diferenças entre a realidade educacional da capital, das cidades médias e dos municípios do interior.

Para um estudante de Salvador, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Eunápolis ou de uma pequena comunidade rural, as condições de preparação podem ser bastante diferentes.

Há quem tenha internet rápida, computador e um ambiente tranquilo para estudar. Outros dividem o celular com familiares, enfrentam dificuldades de conexão ou precisam estudar depois de um dia inteiro de trabalho.

A tecnologia pode ajudar a diminuir essa distância, mas também corre o risco de reproduzir desigualdades quando o acesso não é acompanhado de infraestrutura.

Outro ponto merece cuidado: o número de cadastros não representa, necessariamente, o número de estudantes que utilizam regularmente a plataforma.

Os 31,5 milhões de questões respondidas impressionam, mas o resultado mais importante será saber quantos jovens conseguiram manter uma rotina de estudos, avançar no aprendizado e melhorar seu desempenho nas provas oficiais.

Também será necessário acompanhar a precisão das correções automatizadas. Ferramentas digitais podem oferecer respostas rápidas, mas a orientação de professores continua sendo essencial para desenvolver interpretação, escrita, argumentação e pensamento crítico.

O MEC Enem tem potencial para funcionar como um reforço acessível. Seu resultado será ainda mais relevante se a plataforma se tornar parte de uma estratégia de apoio aos estudantes, e não apenas mais um aplicativo instalado no celular.

A plataforma pode ser utilizada por estudantes que desejam se preparar para o Exame Nacional do Ensino Médio.

O acesso está disponível pelo endereço oficial MEC Enem e também por aplicativo para celular.

Depois de entrar no sistema e seguir as orientações de cadastro, o estudante pode acessar exercícios, simulados, conteúdos de revisão e recursos de correção de redação.

O Enem 2026 está previsto para os dias 8 e 15 de novembro, conforme o calendário divulgado pelo governo federal. rádio gov

Na reta final, a recomendação é utilizar a ferramenta de maneira organizada, dando atenção especial aos conteúdos com maior dificuldade e treinando a administração do tempo de prova.

Com mais de 1,1 milhão de estudantes cadastrados, o MEC Enem se consolida como uma alternativa gratuita para quem busca reforçar a preparação antes do exame.

A liderança do Nordeste e o terceiro lugar da Bahia mostram o interesse dos estudantes por ferramentas que possam ampliar suas oportunidades de ingresso no ensino superior.

Os dados sobre redações, simulados e exercícios apontam possibilidades de aprendizado, mas os efeitos sobre as notas oficiais e o acesso à universidade ainda precisam ser acompanhados.

Porque oferecer uma ferramenta gratuita é um avanço. Garantir que todos tenham condições reais de aprender com ela é o desafio que vem pela frente.

Fonte: Ministério da Educação e Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. Balanço divulgado em 28 de outubro de 2026.

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Por Redação Oxarope
28/10/2026 - 16h05 - Atualizado 28 de outubro de 2026

Publicado em - -

NOTICIA_OXAROPE_02_2281026_5

A preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ganhou uma ferramenta que já entrou na rotina de mais de 1,1 milhão de estudantes brasileiros. Segundo balanço divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta quarta-feira (28), a plataforma gratuita MEC Enem alcançou 1.112.187 cadastros em todo o país. A Bahia aparece em terceiro lugar entre os estados, com 66.840 usuários, enquanto o Nordeste lidera a participação regional. Secretaria de Comunicação Social+1

A ferramenta foi desenvolvida para ajudar estudantes a se prepararem para o Enem sem precisar pagar por cursos particulares ou plataformas de exercícios.

O levantamento do MEC, com dados acumulados até outubro de 2026, mostra que o serviço já está presente nas 27 unidades da Federação e reúne milhões de atividades realizadas.

Entre os 717.742 estudantes que informaram seu estado no cadastro, o Nordeste concentra 257.400 usuários, equivalentes a 35,9% desse grupo. O Sudeste aparece logo atrás, com 255.080 estudantes, ou 35,5%.

O Norte responde por 10,9%, o Sul por 10,2% e o Centro-Oeste por 7,5%.

É uma liderança apertada, mas significativa. O Nordeste, historicamente marcado por diferenças de renda e de acesso aos recursos educacionais, aparece à frente na utilização de uma ferramenta pública de preparação para o exame.

Os percentuais regionais consideram apenas os estudantes que informaram a localização, e não todos os 1,1 milhão de cadastrados.

Bahia ocupa terceiro lugar no ranking nacional

Estados com mais estudantes cadastrados

Cadastros com unidade da Federação identificada, outubro de 2026

035.00070.000105.000140.000São PauloMinas GeraisBahiaRio de JaneiroParáPernambucoCeará

Fonte: Ministério da Educação. Os números são absolutos e não consideram diferenças na população estudantil de cada estado.

São Paulo lidera o ranking nacional, com 116.889 cadastros, seguido por Minas Gerais, com 68.369. A Bahia ocupa a terceira posição, à frente de estados como Rio de Janeiro, Pará e Pernambuco.

O desempenho baiano revela uma procura expressiva pela plataforma. Mas também chama atenção para uma questão importante: o acesso ao recurso precisa chegar aos estudantes das pequenas cidades e das comunidades rurais, onde nem sempre há internet de qualidade ou estrutura adequada para estudar.

Pra quem está terminando o ensino médio, a preparação para o Enem costuma dividir espaço com uma série de preocupações. Há estudantes que trabalham, ajudam nas despesas de casa ou precisam conciliar aulas regulares com longos deslocamentos.

Nesse cenário, uma plataforma gratuita pode ampliar as possibilidades de estudo.

O MEC Enem reúne provas oficiais anteriores, questões organizadas por conteúdo, simulados, materiais de apoio e trilhas de aprendizagem que ajudam o usuário a identificar os assuntos em que precisa melhorar.

A ferramenta também oferece correção automatizada de redações e aulas de reforço personalizadas conforme o desempenho.

Os números mostram que a procura vai além do cadastro inicial.

Questões respondidas

31,5 milhões

Redações enviadas

1,6 milhão

Simulados realizados

1,3 milhão

Aulas de reforço geradas

1,5 milhão

O sistema também contabiliza 8,4 milhões de atividades de estudo concluídas desde o início da operação.

Em média, foram respondidas aproximadamente 28 questões por estudante cadastrado.

Isso mostra uma movimentação considerável, embora também indique que há espaço para estimular um uso mais frequente da ferramenta.

O que chama atenção é a possibilidade de um aluno de escola pública, mesmo sem dinheiro para pagar um cursinho, encontrar exercícios e orientação para organizar seus estudos.

Não resolve todas as desigualdades educacionais. Mas pode ajudar a reduzir uma parte delas.

Um dos resultados mais interessantes do levantamento aparece na produção de redações.

Entre 56.876 estudantes que tiveram pelo menos duas redações corrigidas, a média passou de 586 pontos na primeira produção para 630,5 pontos na última.

O aumento foi de aproximadamente 44,4 pontos.

Entre os estudantes que concluíram 20 ou mais aulas de reforço, o ganho médio chegou a 67,9 pontos. Já no grupo que não concluiu nenhuma aula, o avanço médio foi de 44,4 pontos.

Há, porém, uma diferença que precisa entrar nessa análise: os estudantes que mais utilizaram o reforço partiram de uma nota inicial menor, de 549 pontos, enquanto aqueles que não utilizaram o recurso começaram com média de 586.

Por isso, os resultados indicam uma associação entre a utilização das ferramentas e a melhora no desempenho, mas não permitem afirmar que as aulas, isoladamente, provocaram o aumento das notas. JC

Mais de 7 mil redações receberam nota máxima na ferramenta

Outro dado destacado pelo MEC é o número de textos que alcançaram pontuações elevadas na correção automatizada.

Desde o início da operação, 7.356 redações receberam nota 1.000 pela plataforma. Outras 26.410 ultrapassaram os 900 pontos.

Entre as 279.569 redações com correção finalizada e pontuação atribuída nas cinco competências avaliadas, 113.798 alcançaram pelo menos 700 pontos.

É um resultado relevante para acompanhar a evolução dos estudantes, mas existe uma ressalva: a nota produzida pelo sistema automatizado não equivale à nota oficial do Enem, que segue critérios e procedimentos próprios de correção.

O valor da ferramenta está principalmente na oportunidade de praticar, receber orientações e reescrever os textos antes da prova.

Matemática e Ciências da Natureza concentram dificuldades

O levantamento também permite observar em quais áreas do conhecimento os estudantes enfrentam mais problemas.

Área do conhecimentoMédia de acertos
Ciências Humanas54,9%
Matemática45,3%
Ciências da Natureza42,3%

Ciências da Natureza apresentou o menor percentual médio de acertos, seguida por Matemática.

Na redação, a Competência 3, que avalia a seleção, organização e desenvolvimento de argumentos, teve a menor média, de 91,8 pontos em um total possível de 200.

A Competência 5, relacionada à proposta de intervenção para o problema discutido, apresentou a maior média, de 149,6 pontos.

Esses números ajudam a mostrar onde os estudantes precisam concentrar atenção na reta final de preparação.

O crescimento do MEC Enem mostra que existe demanda por recursos gratuitos de preparação para o ensino superior.

A posição da Bahia, com quase 67 mil usuários cadastrados, merece atenção, especialmente por se tratar de um estado com grandes diferenças entre a realidade educacional da capital, das cidades médias e dos municípios do interior.

Para um estudante de Salvador, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Eunápolis ou de uma pequena comunidade rural, as condições de preparação podem ser bastante diferentes.

Há quem tenha internet rápida, computador e um ambiente tranquilo para estudar. Outros dividem o celular com familiares, enfrentam dificuldades de conexão ou precisam estudar depois de um dia inteiro de trabalho.

A tecnologia pode ajudar a diminuir essa distância, mas também corre o risco de reproduzir desigualdades quando o acesso não é acompanhado de infraestrutura.

Outro ponto merece cuidado: o número de cadastros não representa, necessariamente, o número de estudantes que utilizam regularmente a plataforma.

Os 31,5 milhões de questões respondidas impressionam, mas o resultado mais importante será saber quantos jovens conseguiram manter uma rotina de estudos, avançar no aprendizado e melhorar seu desempenho nas provas oficiais.

Também será necessário acompanhar a precisão das correções automatizadas. Ferramentas digitais podem oferecer respostas rápidas, mas a orientação de professores continua sendo essencial para desenvolver interpretação, escrita, argumentação e pensamento crítico.

O MEC Enem tem potencial para funcionar como um reforço acessível. Seu resultado será ainda mais relevante se a plataforma se tornar parte de uma estratégia de apoio aos estudantes, e não apenas mais um aplicativo instalado no celular.

A plataforma pode ser utilizada por estudantes que desejam se preparar para o Exame Nacional do Ensino Médio.

O acesso está disponível pelo endereço oficial MEC Enem e também por aplicativo para celular.

Depois de entrar no sistema e seguir as orientações de cadastro, o estudante pode acessar exercícios, simulados, conteúdos de revisão e recursos de correção de redação.

O Enem 2026 está previsto para os dias 8 e 15 de novembro, conforme o calendário divulgado pelo governo federal. rádio gov

Na reta final, a recomendação é utilizar a ferramenta de maneira organizada, dando atenção especial aos conteúdos com maior dificuldade e treinando a administração do tempo de prova.

Com mais de 1,1 milhão de estudantes cadastrados, o MEC Enem se consolida como uma alternativa gratuita para quem busca reforçar a preparação antes do exame.

A liderança do Nordeste e o terceiro lugar da Bahia mostram o interesse dos estudantes por ferramentas que possam ampliar suas oportunidades de ingresso no ensino superior.

Os dados sobre redações, simulados e exercícios apontam possibilidades de aprendizado, mas os efeitos sobre as notas oficiais e o acesso à universidade ainda precisam ser acompanhados.

Porque oferecer uma ferramenta gratuita é um avanço. Garantir que todos tenham condições reais de aprender com ela é o desafio que vem pela frente.

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